Ir para o conteúdo
logo nilo frantz medicina reprodutiva
logo nilo frantz medicina reprodutiva
  • Serviços
    • Diagnóstico
    • Infertilidade
    • LGBTQIAPN+
    • Pessoas com Deficiência
    • Preservação da Fertilidade
    • Produção Independente
    • Oncofertilidade
    • Ovodoação
    • Telemedicina
    • Tratamentos
    • Médicos Parceiros
  • Institucional
    • História
    • Equipe
  • Blog
  • Materiais Gratuitos
  • Unidades
    • Porto Alegre
    • São Paulo
    • Novo Hamburgo
    • Santa Maria
    • Criciúma
  • Contato
  • Serviços
    • Diagnóstico
    • Infertilidade
    • LGBTQIAPN+
    • Pessoas com Deficiência
    • Preservação da Fertilidade
    • Produção Independente
    • Oncofertilidade
    • Ovodoação
    • Telemedicina
    • Tratamentos
    • Médicos Parceiros
  • Institucional
    • História
    • Equipe
  • Blog
  • Materiais Gratuitos
  • Unidades
    • Porto Alegre
    • São Paulo
    • Novo Hamburgo
    • Santa Maria
    • Criciúma
  • Contato
Agendar consulta
  • Fertilidade
6 min

Taxa de hormônio: entenda sua influência na fertilidade

Sumário

A taxa de hormônio tem papel decisivo na fertilidade feminina  e masculina. Esses níveis influenciam o ciclo menstrual, a ovulação, a qualidade dos óvulos, a produção espermática e até a resposta a tratamentos como a FIV. Entender essas variações ajuda a reconhecer o melhor momento para engravidar e a identificar quando investigar a saúde reprodutiva.

Este conteúdo funciona como um guia para quem busca informações confiáveis sobre hormônios e fertilidade, reunindo explicações claras e links para aprofundamentos específicos no site da Nilo Frantz. Aqui, você encontrará uma visão completa, acolhedora e científica sobre o tema, com base em fontes de referência e na experiência clínica de especialistas.

O que é taxa de hormônio e por que ela importa?

Os hormônios são mensageiros químicos que regulam funções do corpo como o ciclo menstrual, a ovulação, a fase lútea e a produção dos espermatozoides. Nesse sentido, a taxa hormonal representa a quantidade circulante dessas substâncias no organismo, e suas variações influenciam diretamente na fertilidade. 

Portanto, manter um equilíbrio é importante para que a ovulação aconteça de forma adequada e para que a saúde reprodutiva masculina e feminina permaneça estável.

Confira mais informações sobre o assunto.

Quais são os principais hormônios ligados à fertilidade?

É  fundamental compreender que cada hormônio cumpre uma função específica no ciclo reprodutivo, e a análise conjunta das taxas hormonais orienta diagnósticos e decisões clínicas. Por isso, conhecer o papel de cada marcador é um passo importante para quem busca engravidar.

FSH (Hormônio Folículo-Estimulante)

O  FSH estimula o crescimento dos folículos e mostra como está a função ovariana. Taxas alteradas podem sugerir baixa reserva ou dificuldades para ovular.

LH (Hormônio Luteinizante)

O LH desencadeia a ovulação e auxilia a formação do corpo lúteo, responsável pela produção de progesterona. É fundamental para identificar o período fértil.

Estradiol 

O estradiol regula o desenvolvimento folicular, a espessura endometrial e a qualidade da ovulação. Suas taxas ajudam a avaliar a resposta ovariana.

Progesterona

A progesterona mantém o endométrio preparado para a implantação. Níveis adequados na fase lútea são essenciais para a evolução inicial da gravidez.

Prolactina

A prolactina alta pode interferir na ovulação e provocar ciclos irregulares. Seu equilíbrio é importante para a regulação menstrual.

AMH — Hormônio Anti-Mülleriano

O AMH reflete a reserva ovariana e auxilia no planejamento reprodutivo. Ele não varia ao longo do ciclo, o que facilita sua avaliação.

TSH — Hormônio Estimulante da Tireoide

O TSH influencia diretamente o ciclo menstrual e a ovulação. Alterações tireoidianas podem afetar a fertilidade feminina e masculina.

Testosterona (no contexto masculino)

A testosterona participa da formação e maturação dos espermatozoides. Níveis inadequados podem prejudicar a qualidade seminal.

Para aprofundar a avaliação e entender como esses hormônios são medidos, confira mais informações em Exames hormonais femininos

Qual a taxa hormonal ideal para engravidar?

As taxas hormonais ideais não são iguais para todas as pessoas, elas variam conforme a idade, o momento do ciclo menstrual e o histórico clínico. Desta forma, entender como cada hormônio age no organismo é fundamental para interpretar exames e identificar se o corpo está preparado para uma gestação.

Esses hormônios funcionam como marcadores importantes, mas não substituem uma avaliação médica detalhada. Assim, cada valor deve ser analisado dentro do contexto do paciente.

Para quem deseja aprofundar esse entendimento, vale conferir conteúdos como o funcionamento do ciclo menstrual e sua relação com a fertilidade e como utilizar o teste de ovulação para identificar o período fértil.

Abaixo veja tabela orientativa de níveis hormonais

  • FSH (3º dia do ciclo menstrual): 3 a 10 mUI/mL
  • Estradiol (3º dia do ciclo menstrual): 25 a 75 pg/mL
  • Progesterona (fase lútea – período pós-ovulação): acima de 10 ng/mL
  • Prolactina: 4 a 23 ng/mL
  • TSH: 0,4 a 4,0 mUI/L
  • AMH: 1 a 4 ng/mL

Quando a taxa de hormônio está alterada? Sinais e sintomas

Geralmente o corpo costuma dar sinais quando há um desequilíbrio hormonal, mas nem sempre esses sinais são óbvios. Sendo assim, em algumas situações, as alterações só são percebidas através de exames específicos e por isso, investigar no momento certo faz toda a diferença na saúde reprodutiva.

Entre os sintomas mais comuns de alterações hormonais femininas, estão:

  • Ciclos menstruais irregulares ou muito longos/curtos;
  • Ausência de ovulação (anovulação);
  • Sangramentos fora do período menstrual;
  • Dificuldade para engravidar;
  • Sintomas intensos de TPM ou mudanças repentinas de humor;
  • Diminuição da libido;
  • Queda de cabelo, acne ou alterações na pele;
  • Dor pélvica ou desconfortos persistentes;

Nos homens, os desequilíbrios hormonais também podem afetar a fertilidade e a saúde sexual, manifestando-se como:

  • Redução da libido;
  • Disfunção erétil;
  • Cansaço excessivo;
  • Diminuição da massa muscular;
  • Alterações no espermograma (como baixa contagem ou motilidade dos espermatozoides);
  • Ganho de peso ou acúmulo de gordura abdominal.

Desta forma, sempre é importante fazer todos os exames para ver como estão os marcadores dos hormônios como o FSH, LH, estradiol, testosterona, AMH, TSH e progesterona. 

Como identificar e tratar alterações hormonais?

Como já mencionamos, os hormônios são responsáveis por coordenar todo o ciclo reprodutivo, desde a ovulação, à fase lútea, à formação do endométrio, até a qualidade dos espermatozoides. Por isso, quando algum deles está desequilibrado, o corpo pode apresentar sinais, mas também pode permanecer silencioso, tornando os exames hormonais uma parte fundamental da avaliação.

Além disso, é preciso utilizar estratégias que ajudam a melhorar a saúde reprodutiva, como relatado no conteúdo Como aumentar a fertilidade.

A seguir, você encontra um passo a passo desde a investigação até o início do tratamento. O objetivo é orientar quem está buscando compreender melhor seu ciclo, identificar irregularidades e receber o suporte adequado de especialistas.

1) Quando iniciar a investigação

Para mulheres com menos de 35 anos, a investigação costuma ser recomendada após um ano de tentativas sem contraceptivos. Já para aquelas com 35 anos ou mais, esse período reduz para seis meses. Essa avaliação é importante para identificar e tratar tanto alterações hormonais femininas quanto possíveis fatores masculinos que podem influenciar a fertilidade.

2) Passo a passo da investigação (clínica + exames)

  1. Avaliação clínica inicial
    • História detalhada (ciclos menstruais, uso de anticoncepcionais, medicamentos, cirurgias, doenças crônicas, histórico reprodutivo familiar) e exame físico (sinais de hiperandrogenismo, tireoide, sinais de insuficiência ovariana, etc.). 
  2. Exames laboratoriais hormonais
    • FSH e Estradiol : geralmente colhidos no 2º–4º dia do ciclo (avaliam função ovariana e fase folicular).
    • AMH (Anti-Mülleriano) : pode ser feito em qualquer fase do ciclo; usado para avaliar reserva ovariana (uma vez, ou repetido se houver mudança clínica).
    • Progesterona sérica: colhida na fase lútea (cerca de 7 dias após a ovulação) para confirmar a ovulação.
    • TSH (função tireoidiana) e Prolactina: checagem rotineira porque alterações tireoidianas e hiperprolactinemia afetam a ovulação. 
    • Testosterona total / androgênios: se houver sinais de excesso androgênico (acne, hirsutismo).
    • Espermograma : avaliação inicial do parceiro masculino; idealmente realizado cedo na investigação.

  3. Exames de imagem e complementares
    • Ultrassom transvaginal (avalia folículos, ovários, endométrio).
    • Histerossalpingografia (HSG) ou histerossonografia para investigação da permeabilidade tubária quando indicado.
    • Avaliação genética ou imunológica quando houver história sugestiva.

3) Interpretação e necessidade de especialistas

O ginecologista (ou obstetra) costuma conduzir a primeira investigação. Quando há alterações hormonais complexas ou necessidade de tratamentos específicos, recomenda-se o encaminhamento a endocrinologista (para distúrbios hormonais sistêmicos) ou a um especialista em reprodução assistida.

4) Opções terapêuticas

a) Ajustes no estilo de vida 

  • Peso corporal: perda de 5–10% do peso em mulheres com sobrepeso/obesidade melhora a ovulação (especialmente em SOP).
  • Exercício regular, sono adequado, redução de álcool e cessação do tabagismo.
  • Suplementação nutricional quando indicada (ácido fólico, avaliar vitamina D), sempre com orientação médica.

b) Tratamentos medicamentosos

  • Indução de ovulação oral: letrozol (inibidor de aromatase) é atualmente frequentemente preferido para ovulação em anovulação por SOP; clomifeno ainda é usado e pode ser eficaz em vários casos.
  • Gonadotrofinas injetáveis: usadas quando indução oral falha ou no planejamento de tratamentos de reprodução assistida; exigem monitorização por ultrassom e exames de sangue.
  • Reposição hormonal (estrógeno/progesterona) ou uso de progesterona luteal quando há insuficiência lútea comprovada por exames.
  • Correção de causas específicas: tratamento da hiperprolactinemia, controle da tireoide, cirurgia para lesões uterinas/ovarianas quando indicado.

c) Técnicas de Reprodução Assistida

  • Inseminação intrauterina (IIU) com estimulação leve quando indicado.
  • Fertilização in vitro (FIV) em casos de falha de outras terapias, problema tubário bilateral ou fator masculino severo. 

Qual a relação entre taxa hormonal e tratamentos de fertilidade?

Nos tratamentos de fertilidade como FIV, Inseminação Artificial  ou congelamento de óvulos,  o acompanhamento das taxas hormonais é fundamental. São esses níveis que mostram como os ovários respondem, se há ovulação adequada e qual protocolo oferece melhores chances de sucesso.

Sobre as taxas de hormônios femininos:

  • Baixa reserva ovariana (AMH baixo / FSH alto):
    Indica quantos óvulos a paciente tende a produzir, guiando a escolha do protocolo de estímulo na FIV e auxiliando na decisão sobre congelamento de óvulos.
  • Disfunção ovulatória (progesterona baixa, alterações de LH ou prolactina):
    Interfere na programação da ovulação para IUI e define a necessidade de controle hormonal mais preciso na FIV.
  • Estímulo hormonal na FIV:
    Os níveis de FSH, LH e estradiol mostram se a dose está adequada, quando aplicar o indutor e o momento ideal para a coleta dos óvulos.
  • Preparo do endométrio:
    Estradiol e progesterona garantem um endométrio adequado para a implantação do embrião, etapa essencial da FIV.

É importante esclarecer que cada hormônio orienta decisões clínicas, desde o tipo e a dose das medicações até o melhor momento de cada etapa. Por isso, o tratamento precisa ser individualizado e acompanhado por uma equipe multidisciplinar, incluindo ginecologista, endocrinologista e especialista em reprodução assistida.

Para aprofundar sobre o assunto, veja mais informações no conteúdo Como aumentar a fertilidade.

Conclusão

Compreender as taxas hormonais é importante para interpretar o funcionamento do sistema reprodutivo e reconhecer possíveis desequilíbrios.  Nesse sentido, quando você entende como seu corpo funciona, passa a participar das decisões que podem levar a uma gestação saudável.

Da mesma forma, o acompanhamento especializado, seja com ginecologista, endocrinologista ou uma equipe de reprodução assistida, faz toda a diferença nos resultados. Cada organismo reage de forma única, e contar com profissionais experientes garante avaliações precisas, tratamentos personalizados e mais segurança em cada etapa da jornada.

Se você deseja aprofundar seu conhecimento, explore os conteúdos completos sobre ciclo, hormônios e fertilidade. E, quando sentir que é o momento certo, agende uma consulta na Nilo Frantz Medicina Reprodutiva para receber orientação individualizada. Há caminhos reais, seguros e cientificamente sólidos para quem tem o sonho de ter um filho.

Veja mais informações em REPRODUÇÃO ASSISTIDA: Os tratamentos que geram novas possibilidades para a vida

Revisado por
Dra. Vitória Piccinini - CRM 45.992
Agende sua consulta

Conteúdo

Celular com capa de ebook sobre tratamento de fertilidade para pessoas LGBTQIAPN+, com fundo roxo e chamada para download.

Tratamentos LGBTQIAPN+

Celular mostrando capa de ebook sobre análise genética e biópsia embrionária, com cientista manuseando amostras.

E-book

Ebook: Análise genética e biópsia embrionária: tudo o que você precisa saber

Ver mais

Artigos relacionados

blog-infertilidade-feminina-hereditaria

Tratamentos

3 min

A questão hereditária e a infertilidade feminina...

Um dos fatores decisivos para prever se a tentativa de engravidar terá sucesso, é a idade em que a mulher...

  • 28 jun 2019
banner-bebe-arco-iris

Dúvidas

4 min

Bebê arco-íris: sinônimo de esperança para quem deseja ter filhos...

Bebê arco-íris: você já ouviu falar? Sabe porque recebem este nome? Utiliza-se este termo para mulheres que sofreram abortos espontâneos...

  • 20 jan 2021

Dúvidas | Fertilidade

10 min

Histerectomia: o que é, indicações e recuperação...

Você sabe o que é histerectomia? Trata-se de uma cirurgia comum na ginecologia que consiste na remoção do útero, indicada...

  • 12 dez 2024
Transformando sonhos em realidade

Agende sua consulta

Dê o primeiro passo em direção ao seu sonho. Fale conosco e agende uma consulta com um de nossos especialistas.

Agende sua consulta

Receba nossas novidades

Inscreva-se em nossa Newsletter para receber atualizações

Ao se inscrever, você concorda com nossa Política de Privacidade

Nilo Frantz

Possibilidades para a vida.

  • Institucional
    • História
    • Equipe
  • Serviços
    • Diagnóstico
    • Infertilidade
    • LGBTQIAPN+
    • Pessoas com Deficiência
    • Preservação da Fertilidade
    • Produção Independente
    • Oncofertilidade
    • Ovodoação
    • Telemedicina
    • Tratamentos
    • Médicos Parceiros
  • Blog
  • Materiais Gratuitos
  • Contato
  • Unidades
    • Porto Alegre
    • São Paulo
    • Criciúma
    • Novo Hamburgo
    • Santa Maria
  • Legal
    • Política de Privacidade
    • Termos de Uso
    • Política de Cookies
  • Institucional
    • História
    • Equipe
  • Serviços
    • Diagnóstico
    • Infertilidade
    • LGBTQIAPN+
    • Pessoas com Deficiência
    • Preservação da Fertilidade
    • Produção Independente
    • Oncofertilidade
    • Ovodoação
    • Telemedicina
    • Tratamentos
    • Médicos Parceiros
  • Blog
  • Materiais Gratuitos
  • Contato
  • Unidades
    • Porto Alegre
    • São Paulo
    • Criciúma
    • Novo Hamburgo
    • Santa Maria
  • Legal
    • Política de Privacidade
    • Termos de Uso
    • Política de Cookies
Nilo Frantz

Possibilidades para a vida.

Institucional

  • Quem Somos
  • Equipe
  • Unidades
  • Contato

serviços

  • Infertilidade
  • Ovodoação
  • LGBTQIAPN+
  • Produção Independente
  • Oncofertilidade
  • Preservação da fertilidade
  • Telemedicina
  • PCD
  • Diagnóstico
  • Tratamentos

conteúdo

  • Blog
  • Materiais

Legal

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Política de Cookies
©2026 Nilo Frantz. Todos os direitos reservados.
Tiktok-brands-solid Facebook Instagram Linkedin
logo nilo frantz medicina reprodutiva
  • Serviços
    • Diagnóstico
    • Infertilidade
    • LGBTQIAPN+
    • Pessoas com Deficiência
    • Preservação da Fertilidade
    • Produção Independente
    • Oncofertilidade
    • Ovodoação
    • Telemedicina
    • Tratamentos
    • Médicos Parceiros
  • Institucional
    • História
    • Equipe
  • Blog
  • Materiais Gratuitos
  • Unidades
    • Porto Alegre
    • São Paulo
    • Novo Hamburgo
    • Santa Maria
    • Criciúma
  • Contato
  • Serviços
    • Diagnóstico
    • Infertilidade
    • LGBTQIAPN+
    • Pessoas com Deficiência
    • Preservação da Fertilidade
    • Produção Independente
    • Oncofertilidade
    • Ovodoação
    • Telemedicina
    • Tratamentos
    • Médicos Parceiros
  • Institucional
    • História
    • Equipe
  • Blog
  • Materiais Gratuitos
  • Unidades
    • Porto Alegre
    • São Paulo
    • Novo Hamburgo
    • Santa Maria
    • Criciúma
  • Contato
Agendar consulta
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.