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Clinica Reprodução Assistida: O sonho da maternidade
07/03/2019

O nascimento da inglesa Louise Brown, o primeiro “bebê de proveta”, em 1978, foi um importante passo para a Reprodução Assistida que, desde então, tem evoluído e ajudado milhares de pessoas a realizarem o sonho de ter um filho. Técnicas modernas e eficientes já permitem, aos especialistas da área , ultrapassar obstáculos que antes eram impossíveis de serem vencidos.  Esse é exatamente o objetivo diário da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva: quebrar barreiras para alcançar a maternidade.

Em  atividade desde 2003, a Nilo Frantz se destaca no tratamento da infertilidade no sul do país . Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, um laboratório de embriologia tecnológico que é referência no país, quatro unidades sendo uma em São Paulo, e mais de 20 médicos parceiros no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a Clínica Nilo Frantz oferece o que há de mais moderno e eficiente no mundo em Reprodução Assistida. 

A freqüente atualização científica de toda equipe, aliada ao constante investimento tecnológico disponibilizam métodos diagnósticos e terapêuticos de alta performance  como o PGD -Diagnóstico Genético Pré-Implantacional.

Esta técnica de seleção genética do embrião possibilitou, em 2014, o nascimento de um bebê saudável que, através de transplante de medula, salvou a vida da irmã portadora de Aplasia Medular. Este casal, tratado pela equipe Nilo Frantz, foi o primeiro caso de sucesso no sul do pais, e o segundo do Brasil.

O PGD tem feito parte de muitas histórias felizes da Medicina Reprodutiva. Recentemente, outro casal recorreu à seleção genética para gerar uma criança saudável que vai poder livrar a irmã mais velha da Talassemia Major.

A Maturação In Vitro de óvulos, conhecida também por IVM, é mais um tratamento de destaque da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva, e  seu fundador, Dr. Nilo,  é pioneiro no exercício da medicina fetal no Rio Grande do Sul  e o responsável pelo nascimento do primeiro bebê com o auxílio  de IVM no Brasil.  Esta criança, hoje com 8 anos, já ganhou um irmão gerado também através desta mesma técnica .

Outra grande aliada da Reprodução Assistida é a Criopreservação – congelamento de óvulos, embriões e sêmen.  Esta forma de preservar a fertilidade é indicada para pacientes que irão enfrentar quimioterapia e para mulheres que querem retardar a maternidade.

Diversos os caminhos e diferentes tratamentos vêm auxiliando homens e mulheres a formarem suas famílias. Já são mais de mais de 3 mil bebês nascidos com a ajuda da equipe  Nilo Frantz, e a clínica orgulha-se de fazer parte de cada uma dessas histórias.

 

O que é FIV?

A fertilização in vitro (FIV) é considerada uma revolução na medicina e, para uma quantidade crescente de casais, pode ser a única possibilidade de realizar o sonho de ter filhos. Desenvolvida pelo inglês Robert Edwards, prêmio Nobel de medicina (2010), a técnica possibilitou o nascimento do primeiro bebê de proveta”, em 1978.  Inicialmente restrita a um número pequeno de pacientes, a FIV se  popularizou e hoje há mais de 5 milhões de crianças nascidas no mundo .

 

Como é a técnica?

A técnica consiste na fertilização do óvulo pelo espermatozóide no laboratório. Os espermatozóides são obtidos por masturbação e os óvulos captados do ovário por punção transvaginal após estimulação ovariana. A fertilização ocorre pela injeção de um único espermatozóide no óvulo através de uma micro agulha (ICSI) com a consequente formação dos embriões. Após 3 a 5 dias de cultivos dos embriões em meio de cultura e mantidos em estufa, estes são transferidos para o útero através de um cateter.

 

Quais as indicações?

Inicialmente desenvolvida para casos de fator tubário, outras indicações frequentes são fator masculino e endometriose. A FIV, sendo a técnica com melhores resultados existente, também é indicada quando não se obtém a gestação com outros tratamentos, como em casos de anovulação, esterilidade sem causa aparente e idade feminina avançada.

 

Múltiplas possibilidades: óvulos doados, espermatozóides doados, útero de substituição

A impossibilidade absoluta de ter filhos já encontra hoje caminhos que driblam as dificuldades. Mesmo quando não existe mais a produção de espermatozóides ou de óvulos, há a chance de engravidar com uso de gametas doados. Quando a mulher não possui  mais útero, também poderá gestar através da transferência de embrião produzido com seu óvulo no útero de outra mulher (útero de substituição). Desta maneira, a técnica também pode beneficiar casais homoafetivos tanto femininos, quanto masculinos ou pessoas solteiras.

 

Estudo genético do embrião antes da implantação

O screening (ou diagnóstico) genético pré implantacional (PGS) consiste no estudo genético do embrião antes da transferência ao útero. Desta maneira, é possível analisar se o embrião é normal ou se possui alguma anormalidade genética. O procedimento consiste na retirada de algumas células periféricas (trofoblasto) do embrião e na análise, que pode ser cromossômico (cariótipo) ou gênico (quando se pesquisa alguma doença específica). Está indicado mais comumente para casos de abortos de repetição, falhas em tratamentos prévios, idade feminina avançada ou quando há doença familiar severa.

A fertilização in vitro é uma técnica que atingiu um alto grau de desenvolvimento e que exige uma complexa estrutura laboratorial. Indicada adequadamente de acordo com a peculiaridade de cada caso, vem beneficiando os casais com infertilidade e já possibilitou o nascimento de milhões de crianças desde a sua criação.

Clinica Exemplos que inspiram
23/01/2019

Você sabe o que Michelle Obama, Kim Kardashian, Karina Bacchi e Ivete Sangalo têm em comum? Todas elas recorreram à reprodução assistida para gerarem seus filhos.

 

A ex-primeira-dama americana fez Fertilização in Vitro (FIV) para formar a família. 

Michelle Obama e suas filhas

A Kim Kardashian, depois de ter dois filhos naturais, descobriu um problema de saúde e recorreu ao útero de substituição para o seu terceiro e quarto filho.

Kim Kardashian e sua filha Chicago

Já Karina Bacchi, usou a medicina reprodutiva para uma produção independente, com a ajuda de um banco de espermas.

Karina Bacchi e seu filho Enrico

E a cantora baiana, recentemente teve gêmeas geradas a partir de métodos de reprodução assistida.

Ivete Sangalo grávida

 

Assim como elas, milhares de pessoas têm dificuldades para formar suas famílias. Graças aos avanços da medicina reprodutiva mulheres com idade avançada, pessoas com problemas de infertilidade, casais homoafetivos, produções independentes, entre outros, encontram  caminhos para ter um filho.

 

A Nilo Frantz Medicina Reprodutiva, um dos maiores centros de reprodução assistida do Brasil, investe constantemente em tecnologia, pesquisa e profissionais altamente qualificados para transformar todos estes sonhos em realidade.     

Clinica Qual o real impacto na fertilidade em mulheres a partir dos 30 anos?
16/01/2019

Todo mundo já percebeu, ou pelo menos deveria. A mulher mudou! Este processo que vem acontecendo lentamente ao longo dos últimos 60, 70 anos trouxe importantes conquistas para o mundo feminino e promoveu uma verdadeira revolução de costumes. A mulher saiu de casa e foi à luta, entrou no mercado de trabalho, conquistou seu espaço e passou a investir na carreira profissional. 

Paralelamente surgiram os anticoncepcionais práticos e eficientes que deram maior autonomia às mulheres e assim ficou mais fácil decidir “se” e quando querem ter filhos. 

Mudaram as prioridades! Muitas mulheres passaram a buscar primeiro sua formação profissional, a estabilidade econômica e afetiva. Elas querem estudar, viajar, comprar um imóvel antes de pensar em formar uma família.

 

Os dados do censo do IBGE de 2010 retratam bem este novo cenário: as brasileiras estão tendo menos filhos e mais tarde. A pesquisa mostra que aumentou o número de mulheres com mais de 30 anos que estão engravidando pela primeira vez, e quanto maior a escolaridade e a renda, menos filhos e mais tarde.

 

Como esta mudança comportamental afeta as reais possibilidades de uma gestação tardia? Como se comporta a fertilidade feminina?

 

Para entender estas questões é preciso lembrar primeiro de algumas características fisiológicas. As meninas já nascem com um “estoque” de folículos ovarianos (óvulos), cerca de 2 milhões, que vão sendo consumidos com o passar do tempo. Quando atingem a puberdade essa quantidade diminui para cerca de 400 mil. Aos 30 anos, o número de folículos já passou para 65 mil, aos 37 anos chega aos 25 mil e aos 40 anos de idade já é de apenas 8 mil. Isso quer dizer que com a idade cai drasticamente a quantidade de óvulos, e mais do que isso, cai também a sua qualidade dificultando muito as chances de uma gestação natural.

 

Estudos mostram que em média a fase mais fértil de uma mulher é entre os 20 e 30 anos. Por volta dos 35 anos diminui pela metade as chances de uma mulher engravidar. Este declínio é progressivo com o passar dos anos e aos 45 a fertilidade natural é de aproximadamente 1% .

 

É importante ressaltar que outras complicações podem surgir com a idade e que também afetam diretamente a fertilidade feminina como a endometriose, infecções e os reflexos de maus hábitos de vida relacionados ao fumo, álcool, dieta alimentar, peso e stress. Ou seja, a idade não é uma aliada da fertilidade feminina. Com o passar dos anos cresce também o risco de aborto, de síndromes genéticas e de complicações nas gestações.

 

Então, como a medicina reprodutiva pode ajudar nos casos de infertilidade?

 

Antes de mais nada é preciso haver uma investigação minuciosa que leve a um diagnóstico preciso, e a partir disto, às possibilidades de tratamento. Entre os eles, mais comuns são a Inseminação intra-uterina e a Fertilização in vitro – quando ocorre a retirada dos óvulos, a fecundação (óvulo-espermatozóide) que origina os embriões que posteriormente são transferidos para o útero da mãe. 

 

Graças aos avanços da ciência e das técnicas do tratamento de fertilização in vitro, muitas mulheres conseguem realizar o sonho de ser tornar mãe.

 

No entanto, a idade feminina também é um limitador importante do potencial reprodutivo, mesmo na reprodução assistida com a utilização de óvulos próprios. Em muitos casos, recorrer a óvulos doados pode ser a única alternativa para uma mulher de idade mais avançada conseguir engravidar, mas este fato ainda é muito pouco divulgado. A realidade mostra que com 42 anos, a chance de engravidar naturalmente é de aproximadamente 7%, com a fertilização in vitro com óvulos próprios, de 15% e com óvulos doados, de 65%.

 

A mídia costuma noticiar casos de gestações de mulheres com idades  entre 40 e 50 anos, especialmente de pessoas conhecidas, “celebridades”.  Embora felizmente existam muitos casos de sucesso, isso pode causar uma impressão errada de que a gestação pode ocorrer a qualquer hora. 

 

Então, o que está faltando? Informação Adequada! 

 

Muitas mulheres sabem muito pouco sobre seu sistema reprodutivo. Elas têm uma vaga preocupação com o declínio da fertilidade, mas não sabem exatamente quando e em que velocidade isso ocorre. Outras acham que são férteis até a menopausa ou acreditam, equivocadamente, que reprodução assistida pode reverter o relógio biológico.

 

É fundamental que as mulheres conheçam mais sobre seus corpos e suas possibilidades, que conversem com seus médicos para acompanhar de perto a questão da sua fertilidade. Exames que avaliam a reserva ovariana, como hormônio anti-Mulleriano e a ecografia com contagem de folículos são ferramentas úteis que podem verificar individualmente o potencial reprodutivo de cada mulher.

 

Por outro lado, procedimentos “preventivos”, como o congelamento de óvulos, realizado enquanto a mulher ainda é jovem e fértil (preferencialmente antes dos 35 anos) podem preservar a chance de engravidar no futuro, quando a mulher estiver estabilizada econômica e afetivamente.

 

A autonomia da mulher em adiar a maternidade precisa ser respeitada, porém esta deve ser uma escolha livre, baseada no adequado conhecimento dos seus limites naturais e do real potencial da medicina reprodutiva.

 

 

Fonte: Dr. Marcelo Ferreira – Mestre em Ciências Médicas pela URFGS, Especialista em Medicina Reprodutiva da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva. 

Clinica Saiba como o estado nutricional e estilo de vida interferem na fertilidade
09/01/2019

Aproximadamente 16% dos casais apresentam problemas de fertilidade e sabemos que o estado nutricional e o estilo de vida podem causar grande influência, tanto no fator feminino quanto masculino. O conjunto de hábitos e práticas diárias, como elevado consumo de bebida alcoólica, cigarro, falta de exercícios físicos e consumo alimentar inadequado, pode afetar a saúde reprodutiva de ambos.

Essas situações podem ocasionar alterações no funcionamento do sistema reprodutor e interferir negativamente.

Uma dieta nutricionalmente pouco adequada, com baixa digestão de vitaminas e minerais antioxidantes, está fortemente associada a resultados indesejados para a fertilidade. 

 

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Mais de 10% dos casos de infertilidade são atribuídos ao excesso ou à falta de peso.O excesso de peso pode ter impacto negativo nos ovários, onde os óvulos são produzidos, bem como no endométrio, onde são depositados os óvulos fertilizados. Também favorece o surgimento de diabetes gestacional e hipertensão.

Vários estudos também comprovam que homens acima do peso têm espermatozóides de pior qualidade, problema que se agrava quando a pessoa passou dos 40 anos.

 

O CASAL DEVE INSERIR NA DIETA

Alimentos antioxidantes e anti-inflamatórios como vegetais alaranjados e verdes escuros, frutas vermelhas, abacate coco, oleaginosas,  pouco carboidrato sem glúten, gorduras boas diariamente, biomassa de banana verde (favorece a microbiota intestinal), curcuma e água.

 

O CASAL NÃO DEVE SAR

Alimentos inflamatórios e oxidantes. Devem evitar soja e derivados, linhaça, açúcar, doces, refrigerantes, sucos, bebida alcoólica (princ cerveja e chopp), café, chimarrão em excesso, margarinas, óleos vegetais, glúten, industrializados, temperos em cubos, agrotóxicos, gordura trans, carnes processadas

 

O SOL 

Estudo belga, apresentado em junho de 2015, no Encontro Anual da Sociedade Europeia de Saúde Reprodutiva, em Lisboa, mostrou que a luz do sol beneficia a fertilidade. Expor-se ao sol frequentemente aumenta em um terço as chances de engravidar.

Os efeitos benéficos do sol podem estar relacionados à melatonina, hormônio estimulado pelo sol, que exerce influência nos ciclos reprodutivos, e também pela vitamina D, que afeta a qualidade dos óvulos.

O estudo sugere que pacientes em tratamento para a fertilidade se beneficiam expondo-se ao sol, um mês antes de começar a estimulação ovariana.

 

VITAMINA D

A vitamina D tem as ações conhecidas de regulação do cálcio e de mineralização dos ossos, no entanto, também existem evidências de sua ação benéfica na fertilidade feminina. A vitamina D é um hormônio esteróide e aproximadamente 80 a 90% é produzida na pele após a exposição solar. Uma pequena quantidade da vitamina D total também é derivada da dieta e/ou suplementos.

A deficiência da vitamina D é mais existente nas mulheres em idade reprodutiva, causada pela obesidade, estilo de vida e redução da exposição ao sol.
Estudos recentes têm evidenciado que a reposição da vitamina D pode ser benéfica nos processos reprodutivos.

É importante a avaliação dos níveis de vitamina D e, se necessário, a reposição, para aumentar o potencial reprodutivo. Estudos têm demonstrado ação benéfica da vitamina D na fertilização in vitro, na síndrome dos ovários policísticos, na melhora da reserva ovariana, na endometriose, na dismenorreia primária e nos miomas uterinos.

Boas fontes de vitamina D:   gema de ovo, manteiga 

 

ÁLCOOL, CIGARRO E OUTRAS DROGAS

O consumo de álcool, cigarros e drogas diminuem consideravelmente as chances de gerar um bebê, além de prejudicar a saúde como um todo, por isso o ideal é adotar tolerância zero com relação a essa substâncias,

Casais em tratamento de fertilização são altamente aconselhados a adotar hábitos de vida mais saudáveis, já que as centenas de substâncias presentes no cigarro e nas bebidas alcoólicas aumentam o estresse oxidativo sistêmico, piorando a qualidade dos óvulos e dos espermatozóides.

 

CERVEJA PODE DIMINUIR OS NÍVEIS DE TESTOSTERONA

O lúpulo, um dos ingredientes usados na fabricação da cerveja, é considerado muito estrogênico. Uma pesquisa mostrou que o consumo de duas latas por dia pode diminuir os níveis de testosterona.

 

CAFÉ

Estudo apresentado no Congresso Anual da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva – ASRM, em outubro 2014, no Havaí mostrou que beber muito café forte pode reduzir radicalmente a fertilidade masculina.

Os homens que beberam duas ou mais xícaras de café forte por dia tiveram somente uma chance em cinco, de se tornarem pais através da fertilização in vitro. No entanto, para os que beberam menos de uma xícara por dia, as chances subiram para 52%.

Os pesquisadores acreditam que a cafeína pode prejudicar o espermatozóide em nível molecular.

Uma xícara de café expresso contém cerca de 100mg de cafeína. Os homens que beberam 265mg ou mais tiveram menores chances de se tornarem pais.

O estudo analisou 105 homens com idade média de 37 anos, cujas parceiras foram submetidas à fertilizaçãoin vitro no Hospital Geral de Massachusetts, Boston, entre 2007 e 2013.

O fato de que o consumo de cafeína no parceiro masculino pode diminuir os resultados na fertilização in vitro é intrigante e são necessários mais estudos, afirmam os pesquisadores.

 

STRESS

Está comprovado que o estresse está intimamente relacionado ao excesso de radicais livres que, por sua vez, têm impacto negativo sobre o DNA, lipídios e proteínas. Piora a qualidade dos óvulos e do sêmen, dificultando a gravidez.

Por isso, quando o casal decide recorrer à Fertilização Assistida para engravidar é fundamental manter uma postura otimista e livre de estresse.

Recorrer a terapias alternativas para equilibrar o emocional (acupuntura, ioga, massagens terapêuticas) é bastante indicado.

 

SONO

O útero tem seu próprio relógio biológico que precisa estar sincronizado com o relógio biológico do corpo da mulher para criar condições ideais ao crescimento e desenvolvimento fetal. O sono é considerado parte essencial dessas condições ideais.

Estudos mostram que a incapacidade de sincronização pode explicar pelo menos em parte por que algumas mulheres têm dificuldade em seguir com a gravidez durante os nove meses.

A falta de sincronização ‘desliga’ os genes do relógio biológico em células que revestem o útero – podendo comprometer a gravidez.

Por isso, quem quer engravidar tem de cuidar muito bem das horas de sono, permitindo ao corpo descansar e se regenerar completamente de um dia para o outro.

 

EXERCÍCIOS

O ideal é que o casal escolha um esporte que possa praticar junto, de forma prazerosa. Combater o sedentarismo é uma das grandes decisões de quem não pratica exercício algum, já que traz muitos benefícios emocionais e físicos.

 

TABACO

Estudo americano mostra que fumantes passivas e ativas expostas a altas concentrações de tabaco podem enfrentar problemas para engravidar e, inclusive, entrar na menopausa antes mesmo de chegar aos 50 anos.

A  prevalência de infertilidade em fumantes é maior do que em não fumantes.

Assim como algumas drogas ilícitas, o fumo tem o poder de retardar a gestação, antecipar a menopausa e aumentar as alterações menstruais.

Pode causar também: destruição folicular, alteração das características fisiológicas tubárias, alteração nas taxas hormonais, interferência na gametogênese e fertilização, bem como dificuldade na implantação do óvulo – uma vez que o endométrio também sofre agressões.

Clinica Por que as alterações nas trompas impedem ou dificultam a gravidez?
25/04/2018

Inflamações, infecções, cirurgias e cicatrizes não só afetam a permeabilidade tubária, ocasionando uma obstrução uni ou bilateral, mas também lesam os seus cílios e, assim, a sua capacidade de transporte. As células que revestem internamente as trompas devem também secretar um muco nutritivo, responsável pela nutrição do embrião nos seus primeiros dias após a fecundação. Esta função encontra-se muitas vezes prejudicada. Outro problema observado é a perda da capacidade da extremidade tubária de se voltar para o ovário e “abraçá-lo”, não podendo assim receber o óvulo por este liberado. O que se vê muitas vezes são trompas fixas e distantes dos ovários, direcionadas para um sentido oposto ao que se encontra o ovário. As alterações podem ser leves e responsáveis por uma demora maior para engravidar. Mas, freqüentemente as lesões são severas e impedem completamente a ocorrência da gestação.

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