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Embriologia Laboratório de Embriologia Nilo Frantz - SP já conta com TIME LAPSE
04/04/2019

Nova tecnologia, recentemente chegada ao Brasil, aumenta as taxas de sucesso das fertilizações in vitro

 Sempre investindo em tecnologia de ponta para garantir os melhores resultados para os seus pacientes, a Nilo Frantz Medicina Reprodutiva já disponibiliza a utilização do Time Lapse nos tratamentos de FIV.

 O aparelho proporciona a observação contínua do embrião através de fotos feitas a cada cinco minutos. O Time Lapse transforma a seqüência destas fotos em vídeo mostrando a evolução completa e detalhada do embrião. “Com o Time Lapse a observação pode ser feita 24 horas por dia através do computador sem necessidade de retirar o embrião da estufa, o que ocorre no método tradicional. Desta forma, conseguimos selecionar os melhores embriões para a transferência ao útero no momento mais adequado, aumentando assim as taxas de sucesso das fertilizações in vitro”, explica Dr. Nilo Frantz, da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva/São Paulo.

Clinica Março Amarelo chama atenção para endometriose
13/03/2019

A endometriose, doença que atinge 10 % das mulheres no mundo todo é uma das grandes causas da infertilidade . No Brasil, esta enfermidade  acomete 6 milhões de mulheres deixando 80 % delas inférteis.

 

Mas o que é endometriose?

Endometriose é a presença do endométrio (tecido que reveste a parte interna do útero e que sangra durante a menstruação) fora do útero. Todo mês, os hormônios do ciclo menstrual fazem com que essa camada aumente de tamanho para esperar uma possível gravidez, quando ela não acontece, ele descama sendo eliminado na menstruação. Porém, em alguns casos o endométrio acaba migrando para fora do útero sendo implantado em órgão como ovários, peritônio, trompas, útero, vagina, intestino e bexiga o que caracteriza a Endometriose .

Não se sabe exatamente qual a causa da endometriose,  que freqüentemente dá seus primeiros sinais  em mulheres mais jovens, em idade reprodutiva.

A doença é benigna mas pode ter uma evolução progressiva e ser responsável por importantes prejuízos na vida feminina como dor e infertilidade.

 

Sintomas

Os sintomas mais comuns são cólica menstrual, dor profunda durante relação sexual, dor pélvica contínua, dor para evacuar, sangramento nas fezes, dor para urinar e sangramento na urina. Os sintomas podem começar cedo e devem ser investigados, já que  o diagnóstico tardio permite o agravamento da doença que pode levar à infertilidade. As mulheres com endometriose têm vinte vezes mais chances de se tornarem inférteis.

 

Diagnóstico

O desafio dos últimos anos  foi buscar formas não invasivas de diagnóstico da endometriose, diferente da tradicional técnica cirúrgica da laparoscopia. Felizmente, os métodos de diagnóstico por imagem evoluíram muito e têm assumindo papel fundamental nos tratamentos nas áreas da ginecologia, obstetrícia e reprodução assistida.  A metodologia para o diagnóstico da endometriose usada atualmente é baseada na ultrassonografia, aliando equipamentos de ponta e profissionais qualificados, especialmente treinados para realizar o exame. Desta forma temos hoje procedimentos precisos não invasivos e a conseqüente diminuição no número de cirurgias.

 

Tratamento

O tratamento da Endometriose é bastante individualizado, depende da principal queixa, dor ou infertilidade e da gravidade da doença. Pode ser  feito com medicamentos hormonais ou cirurgia, dependendo da sua localização, extensão e gravidade.

O tratamento medicamentoso é indicado na maioria dos casos e também serve para diminuir as chances da doença voltar após a cirurgia. Em geral são usados anticoncepcionais orais ou injetáveis, ou o sistema intrauterino com hormônio (progestagênio).

Já o tratamento cirúrgico da endometriose é indicado quando não há melhoras com a medicação ou em casos mais avançados. A cirurgia normalmente é feita por videolaparoscopia e retira todos os focos de endometriose. Uma avaliação ampla e completa por especialistas na área é que vai definir o melhor caminho  a ser tomado.

Clinica Reprodução Assistida: O sonho da maternidade
07/03/2019

O nascimento da inglesa Louise Brown, o primeiro “bebê de proveta”, em 1978, foi um importante passo para a Reprodução Assistida que, desde então, tem evoluído e ajudado milhares de pessoas a realizarem o sonho de ter um filho. Técnicas modernas e eficientes já permitem, aos especialistas da área , ultrapassar obstáculos que antes eram impossíveis de serem vencidos.  Esse é exatamente o objetivo diário da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva: quebrar barreiras para alcançar a maternidade.

Em  atividade desde 2003, a Nilo Frantz se destaca no tratamento da infertilidade no sul do país . Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, um laboratório de embriologia tecnológico que é referência no país, quatro unidades sendo uma em São Paulo, e mais de 20 médicos parceiros no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a Clínica Nilo Frantz oferece o que há de mais moderno e eficiente no mundo em Reprodução Assistida. 

A freqüente atualização científica de toda equipe, aliada ao constante investimento tecnológico disponibilizam métodos diagnósticos e terapêuticos de alta performance  como o PGD -Diagnóstico Genético Pré-Implantacional.

Esta técnica de seleção genética do embrião possibilitou, em 2014, o nascimento de um bebê saudável que, através de transplante de medula, salvou a vida da irmã portadora de Aplasia Medular. Este casal, tratado pela equipe Nilo Frantz, foi o primeiro caso de sucesso no sul do pais, e o segundo do Brasil.

O PGD tem feito parte de muitas histórias felizes da Medicina Reprodutiva. Recentemente, outro casal recorreu à seleção genética para gerar uma criança saudável que vai poder livrar a irmã mais velha da Talassemia Major.

A Maturação In Vitro de óvulos, conhecida também por IVM, é mais um tratamento de destaque da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva, e  seu fundador, Dr. Nilo,  é pioneiro no exercício da medicina fetal no Rio Grande do Sul  e o responsável pelo nascimento do primeiro bebê com o auxílio  de IVM no Brasil.  Esta criança, hoje com 8 anos, já ganhou um irmão gerado também através desta mesma técnica .

Outra grande aliada da Reprodução Assistida é a Criopreservação – congelamento de óvulos, embriões e sêmen.  Esta forma de preservar a fertilidade é indicada para pacientes que irão enfrentar quimioterapia e para mulheres que querem retardar a maternidade.

Diversos os caminhos e diferentes tratamentos vêm auxiliando homens e mulheres a formarem suas famílias. Já são mais de mais de 3 mil bebês nascidos com a ajuda da equipe  Nilo Frantz, e a clínica orgulha-se de fazer parte de cada uma dessas histórias.

 

O que é FIV?

A fertilização in vitro (FIV) é considerada uma revolução na medicina e, para uma quantidade crescente de casais, pode ser a única possibilidade de realizar o sonho de ter filhos. Desenvolvida pelo inglês Robert Edwards, prêmio Nobel de medicina (2010), a técnica possibilitou o nascimento do primeiro bebê de proveta”, em 1978.  Inicialmente restrita a um número pequeno de pacientes, a FIV se  popularizou e hoje há mais de 5 milhões de crianças nascidas no mundo .

 

Como é a técnica?

A técnica consiste na fertilização do óvulo pelo espermatozóide no laboratório. Os espermatozóides são obtidos por masturbação e os óvulos captados do ovário por punção transvaginal após estimulação ovariana. A fertilização ocorre pela injeção de um único espermatozóide no óvulo através de uma micro agulha (ICSI) com a consequente formação dos embriões. Após 3 a 5 dias de cultivos dos embriões em meio de cultura e mantidos em estufa, estes são transferidos para o útero através de um cateter.

 

Quais as indicações?

Inicialmente desenvolvida para casos de fator tubário, outras indicações frequentes são fator masculino e endometriose. A FIV, sendo a técnica com melhores resultados existente, também é indicada quando não se obtém a gestação com outros tratamentos, como em casos de anovulação, esterilidade sem causa aparente e idade feminina avançada.

 

Múltiplas possibilidades: óvulos doados, espermatozóides doados, útero de substituição

A impossibilidade absoluta de ter filhos já encontra hoje caminhos que driblam as dificuldades. Mesmo quando não existe mais a produção de espermatozóides ou de óvulos, há a chance de engravidar com uso de gametas doados. Quando a mulher não possui  mais útero, também poderá gestar através da transferência de embrião produzido com seu óvulo no útero de outra mulher (útero de substituição). Desta maneira, a técnica também pode beneficiar casais homoafetivos tanto femininos, quanto masculinos ou pessoas solteiras.

 

Estudo genético do embrião antes da implantação

O screening (ou diagnóstico) genético pré implantacional (PGS) consiste no estudo genético do embrião antes da transferência ao útero. Desta maneira, é possível analisar se o embrião é normal ou se possui alguma anormalidade genética. O procedimento consiste na retirada de algumas células periféricas (trofoblasto) do embrião e na análise, que pode ser cromossômico (cariótipo) ou gênico (quando se pesquisa alguma doença específica). Está indicado mais comumente para casos de abortos de repetição, falhas em tratamentos prévios, idade feminina avançada ou quando há doença familiar severa.

A fertilização in vitro é uma técnica que atingiu um alto grau de desenvolvimento e que exige uma complexa estrutura laboratorial. Indicada adequadamente de acordo com a peculiaridade de cada caso, vem beneficiando os casais com infertilidade e já possibilitou o nascimento de milhões de crianças desde a sua criação.

Clinica Screening da reserva ovariana
15/02/2019

Nas últimas décadas, mais precisamente após o surgimento da pílula anticoncepcional, a mulher ganhou autonomia para se proteger contra uma gestação indesejada e programar o momento ideal da sua vida para engravidar. A  pílula abriu caminho para importantes transformações sócio-culturais como o gradativo aumento da participação feminina no mercado de trabalho, a  diminuição no número de filhos por casal e, principalmente, a postergação da maternidade.

Se por  um lado estas mudanças comportamentais como o adiamento da maternidade significam uma grande conquista para as mulheres, por outro  representam um risco para a reprodução. Com o aumento da idade feminina aumenta também a incidência de patologias ginecológicas como a endometriose e os miomas uterinos que dificultam uma gravidez. Além disso, existe também um risco das mulheres  mais velhas sofrerem uma diminuição ou até mesmo uma completa depleção do seu estoque de óvulos antes de constituir a sua prole.

Há consenso na comunidade científica de que a partir dos 35 anos a mulher  entra em um período crítico, marcado pelo constante e progressivo declínio da sua capacidade reprodutiva. Porém, cabe ressaltar que esta idade se refere a uma média e por isso, pode acontecer de mulheres mais jovens já apresentar em forma assintomática, portanto oculta, diminuição da sua reserva ovariana.

Para avaliar melhor este cenário, A Nilo Frantz  Medicina Reprodutiva fez um levantamento de dados no período compreendido entre 2015 e 2016 e obteve resultados preocupantes.

Foram analisadas as dosagens de hormônio anti-Mülleriano de 505 mulheres. Este exame de sangue é considerado a mais precisa ferramenta para avaliar a reserva ovariana, ou seja, o estoque de óvulos remanescentes nos ovários de uma mulher em idade reprodutiva.

A pesquisa mostrou que 16,4% apresentavam uma moderada redução do estoque de óvulos e que outros 10,5% tinham uma acentuada diminuição. Logo, foi possível verificar que 26,9%, ou seja, uma em cada 4 mulheres têm o estoque de óvulos abaixo do esperado para a sua idade, mesmo sendo saudáveis e sem apresentar qualquer tipo de sintoma como alterações do ciclo menstrual.

Clinica Check up da fertilidade
06/02/2019

As pessoas estão acostumadas a fazer anualmente um check up da saúde, mas poucos sabem da importância de fazer o check up da fertilidade . Mesmo que ter  filhos seja um plano lá para o futuro, é importante que homens e mulheres acompanhem desde cedo seu potencial reprodutivo para não serem pegos de surpresa mais tarde. Uma avaliação periódica pode evitar problemas, detectar doenças tratáveis e ajudar pacientes a se planejarem para o momento que decidirem se tornar pais.

 

O Dr. Marcelo Ferreira, especialista da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva explica a importância do check up da fertilidade:

 

1) O que é Check up da fertilidade?

É uma avaliação completa para verificar e acompanhar o potencial reprodutivo  de homens e mulheres para que estejam aptos a gerar um filho quando assim decidirem.

A postergação da maternidade já é uma realidade do mundo moderno,  percebemos que as mulheres estão pensando em ter filhos cada vez mais tarde. A gravidez tardia é possível mas necessita ser planejada já que após os 35 anos a fertilidade cai e as dificuldades podem aumentar.

 

2) Como funciona o check up da fertilidade para homens e mulheres?

O check up da fertilidade começa com uma consulta com o médico,  ginecologista para mulheres e urologistas para os homens. Nesta conversa  o médico vai conhecer melhor o paciente, saber seu  histórico familiar,  estilo de vida, se há hábitos como alcoolismo ou tabagismo. Ele também vai verificar se há presença de doenças crônicas como diabetes, hipertensão, etc.

No caso da mulheres a avaliação vai verificar também se há sinais de endometriose, ovários policísticos, infecções pélvicas e DSTs que podem comprometer a fertilidade.  A idade e reserva ovariana também são questões  determinantes quando se fala em reprodução.

No caso dos homens, existe a preocupação com possíveis infecções, se houve problemas com os testículos no nascimento, problemas urológicos, caxumba, medicações.

A profissão também pode ser um fato relevante quando se avalia o homem. Atividades que expõe o homem a uma temperatura muito alta, perto de fornos por exemplo, pode prejudicar os testículos  e assim afetar sua fertilidade .

Um dos principais exames do check up masculino é o espermograma que faz uma analise do sêmen,  avalia a quantidade, a concentração, motilidade e a forma.

 

3) O que é  reserva ovariana?

O termo reserva ovariana é usado para expressar a quantidade  de óvulos que a mulher tem nos ovários. É um termo cunhado inicialmente para a reprodução assistida e que hoje se extrapola para uma avaliação mais geral da mulher.

Existem dois marcadores que avaliam a reserva ovariana:  contagem de folículos antrais , exame feito através de ecografia que mostra o número de folículos nos ovários,  e  o anti-mülleriano , exame de sangue que também faz a contagem do número de folículos onde estão os óvulos.

Estes dados são determinantes pois a curva da reserva ovariana vai decrescendo com o avanço da idade, ou seja, o número de óvulos diminui com o passar dos anos. Então a mulher  que quer engravidar com uma idade mais avançada tem que ter a “sorte biológica” de estar acima da média na questão reserva ovariana.

 

4) O fator genético influência de alguma forma  o potencial reprodutivo? Se a avó e a mãe de um mulher engravidaram facilmente aos 35 anos significa a ela também  não terá  dificuldades?

Sim , existe uma correlação biológica não absolutamente linear entre a mãe e a filha. Uma das perguntas que a gente sempre faz quando está avaliando uma mulher que quer engravidar é em que idade a mãe dela entrou na menopausa.

Mães que entraram cedo na menopausa podem ter filhas que também  tenham uma vida reprodutiva abreviada.

Então, se eu avalio uma  mulher e vejo que ela já tem uma reserva ovariana diminuída  e ela me diz que a mãe entrou em menopausa cedo sem ter passado por nenhuma intervenção como ligadura de trompas, cirurgia em ovários, a fisiologia desta mãe me diz que o mesmo pode ocorrer com a filha. Assim temos que ficar ainda mais atentos com esta paciente. Se ela postergar muito a maternidade talvez pague um preço caro. É preciso contextualizar cada  mulher na  sua biologia.  Embora a vida moderna tenha mudado o comportamento das mulheres, a fisiologia do ovário não acompanhou esta mudança, e não existe botox para ovário.

 

5)No quesito idade, o homem tem uma fertilidade maior do que a mulher?

Sim, no fator idade o homem é mais fértil do que a mulher, mas o mito existente é que ele vai seguir fértil para sempre no mesmo patamar de quando era jovem, o que não é verdade.

A mulher, por volta dos 35 anos tem a metade da fertilidade que tinha aos 25 anos. O homem por volta dos 60, 65 anos tem a metade da fertilidade que tinha aos 40. Ou seja, existe sim um declínio mas esta curva é mais tardia .

 

6) A partir de que idade a mulher pode congelar óvulos? É importante para quem vai se submeter a uma quimioterapia preservar sua fertilidade?

O congelamento de óvulos é  uma alternativa para quem quer postergar a chance de engravidar mais tarde.  Quanto mais jovem for a mulher, melhor a chance que ela  tem de engravidar com seus óvulos congelados. O ideal é que isto seja feito  antes dos 35 anos, mas o quanto antes melhor . A partir desta idade ainda podemos congelar óvulos,  mas as chances de uma gravidez vão decrescendo.

 

7) Quanto tempo os óvulos podem ficar congelados ?

Os óvulos podem ficar congelados por tempo indeterminado. Não existe hoje um tempo limite.

 

8) Uma mulher que tem óvulos congelados e entra na menopausa ainda pode ter filhos com esses óvulos?

Sim, pode. Na menopausa ela não tem mais óvulos , mas ainda tem útero que pode ser preparado para receber um embrião. Neste caso o óvulo será descongelado, fertilizado com o esperma do parceiro (ou de banco de espermas) e o útero preparado para receber o embrião.

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