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Clinica Somos Todos Mães
12/05/2019

O Dia das Mães é uma data especialmente emocionante para a Nilo Frantz Medicina Reprodutiva, pois toda a equipe se sente um pouco “mãe” de cada família que ajuda a formar.

Todas as histórias de garra, luta e superação em busca da maternidade nos motiva ainda mais a procurar caminhos e tratamentos diferentes para auxiliar homens e mulheres a realizarem o sonho de ter um filho.

 

Felizmente a reprodução assistida tem evoluído muito nos últimos anos.Técnicas modernas e eficientes já permitem aos especialistas da área, ultrapassarem  obstáculos que antes eram impossíveis de serem vencidos.  “Com a ajuda de fertilização in vitro, IVM, congelamento de óvulos, ovodoação, útero de substituição entre outros, além de uma investigação minuciosa de cada paciente,  quebramos, todos os dias, barreiras para alcançar a maternidade”, comenta Dr. Nilo Frantz, fundador da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva.

 

Foi o que aconteceu com  Natalie Coitinho (40 anos) e Carlos Alberto de Almeida (43 anos), de Novo Hamburgo. Depois de não conseguirem engravidar naturalmente, percorreram  um longo caminho em busca do tão desejado filho. Passaram por duas Fertilizações in Vitro (FIV) e quatro transferências de embriões sem sucesso de implantação, quando então resolveram procurar a Nilo Frantz Medicina Reprodutiva.

“Tivemos a sorte de cair nas mãos do Dr. Marcelo Ferreira, nosso anjo da guarda. Ele pediu novos exames que nunca tinham sido feitos na outra clínica, detectou uma endometrite que foi tratada e acreditou no meu potencial e dos meus embriões, me enchendo novamente de esperanças”, explica Natalie.

Na primeira tentativa na Nilo Frantz, o sonho da maternidade foi realizado com o nascimento do Theo, em maio de 2018.

Natalie Coitinho, Carlos Alberto de Almeida e Theo Natalie Coitinho, Carlos Alberto de Almeida e Theo

 

Outro exemplo de superação é a linda história da Tailing Gonçalves Neiderauer (31 anos) e Vanessa Leal Silveira (34 anos).  O casal que sonhou e planejou a construção de uma família e que utilizando à Reprodução Assistida conseguiram realizar esse sonho. “Desde a primeira consulta nos sentimos acolhidas por toda a equipe e saímos de lá esperançosas, mas também cientes da realidade do processo” comenta Vanessa. Mais uma vez, a Nilo Frantz conseguiu ter sucesso na primeira tentativa e em julho de 2018, a pequena Valentina ganhou duas mamães. “Hoje temos nossa pequena Valentina em nossos braços para zelar e amar” comemora Vanessa.

Tailing Gonçalves Neiderauer, Vanessa Leal Silveira e Valentina Tailing Gonçalves Neiderauer, Vanessa Leal Silveira e Valentina

Estes são apenas dois cases que retratam a alegria de muitas famílias que superam grandes obstáculos na busca pela maternidade. Já são mais de três mil bebês nascidos com a ajuda da equipe da Nilo Frantz, e a clínica orgulha-se de fazer parte de cada uma dessas histórias.

Clinica Março Amarelo chama atenção para endometriose
13/03/2019

A endometriose, doença que atinge 10 % das mulheres no mundo todo é uma das grandes causas da infertilidade . No Brasil, esta enfermidade  acomete 6 milhões de mulheres deixando 80 % delas inférteis.

 

Mas o que é endometriose?

Endometriose é a presença do endométrio (tecido que reveste a parte interna do útero e que sangra durante a menstruação) fora do útero. Todo mês, os hormônios do ciclo menstrual fazem com que essa camada aumente de tamanho para esperar uma possível gravidez, quando ela não acontece, ele descama sendo eliminado na menstruação. Porém, em alguns casos o endométrio acaba migrando para fora do útero sendo implantado em órgão como ovários, peritônio, trompas, útero, vagina, intestino e bexiga o que caracteriza a Endometriose .

Não se sabe exatamente qual a causa da endometriose,  que freqüentemente dá seus primeiros sinais  em mulheres mais jovens, em idade reprodutiva.

A doença é benigna mas pode ter uma evolução progressiva e ser responsável por importantes prejuízos na vida feminina como dor e infertilidade.

 

Sintomas

Os sintomas mais comuns são cólica menstrual, dor profunda durante relação sexual, dor pélvica contínua, dor para evacuar, sangramento nas fezes, dor para urinar e sangramento na urina. Os sintomas podem começar cedo e devem ser investigados, já que  o diagnóstico tardio permite o agravamento da doença que pode levar à infertilidade. As mulheres com endometriose têm vinte vezes mais chances de se tornarem inférteis.

 

Diagnóstico

O desafio dos últimos anos  foi buscar formas não invasivas de diagnóstico da endometriose, diferente da tradicional técnica cirúrgica da laparoscopia. Felizmente, os métodos de diagnóstico por imagem evoluíram muito e têm assumindo papel fundamental nos tratamentos nas áreas da ginecologia, obstetrícia e reprodução assistida.  A metodologia para o diagnóstico da endometriose usada atualmente é baseada na ultrassonografia, aliando equipamentos de ponta e profissionais qualificados, especialmente treinados para realizar o exame. Desta forma temos hoje procedimentos precisos não invasivos e a conseqüente diminuição no número de cirurgias.

 

Tratamento

O tratamento da Endometriose é bastante individualizado, depende da principal queixa, dor ou infertilidade e da gravidade da doença. Pode ser  feito com medicamentos hormonais ou cirurgia, dependendo da sua localização, extensão e gravidade.

O tratamento medicamentoso é indicado na maioria dos casos e também serve para diminuir as chances da doença voltar após a cirurgia. Em geral são usados anticoncepcionais orais ou injetáveis, ou o sistema intrauterino com hormônio (progestagênio).

Já o tratamento cirúrgico da endometriose é indicado quando não há melhoras com a medicação ou em casos mais avançados. A cirurgia normalmente é feita por videolaparoscopia e retira todos os focos de endometriose. Uma avaliação ampla e completa por especialistas na área é que vai definir o melhor caminho  a ser tomado.

Clinica Reprodução Assistida: O sonho da maternidade
07/03/2019

O nascimento da inglesa Louise Brown, o primeiro “bebê de proveta”, em 1978, foi um importante passo para a Reprodução Assistida que, desde então, tem evoluído e ajudado milhares de pessoas a realizarem o sonho de ter um filho. Técnicas modernas e eficientes já permitem, aos especialistas da área , ultrapassar obstáculos que antes eram impossíveis de serem vencidos.  Esse é exatamente o objetivo diário da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva: quebrar barreiras para alcançar a maternidade.

Em  atividade desde 2003, a Nilo Frantz se destaca no tratamento da infertilidade no sul do país . Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, um laboratório de embriologia tecnológico que é referência no país, quatro unidades sendo uma em São Paulo, e mais de 20 médicos parceiros no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a Clínica Nilo Frantz oferece o que há de mais moderno e eficiente no mundo em Reprodução Assistida. 

A freqüente atualização científica de toda equipe, aliada ao constante investimento tecnológico disponibilizam métodos diagnósticos e terapêuticos de alta performance  como o PGD -Diagnóstico Genético Pré-Implantacional.

Esta técnica de seleção genética do embrião possibilitou, em 2014, o nascimento de um bebê saudável que, através de transplante de medula, salvou a vida da irmã portadora de Aplasia Medular. Este casal, tratado pela equipe Nilo Frantz, foi o primeiro caso de sucesso no sul do pais, e o segundo do Brasil.

O PGD tem feito parte de muitas histórias felizes da Medicina Reprodutiva. Recentemente, outro casal recorreu à seleção genética para gerar uma criança saudável que vai poder livrar a irmã mais velha da Talassemia Major.

A Maturação In Vitro de óvulos, conhecida também por IVM, é mais um tratamento de destaque da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva, e  seu fundador, Dr. Nilo,  é pioneiro no exercício da medicina fetal no Rio Grande do Sul  e o responsável pelo nascimento do primeiro bebê com o auxílio  de IVM no Brasil.  Esta criança, hoje com 8 anos, já ganhou um irmão gerado também através desta mesma técnica .

Outra grande aliada da Reprodução Assistida é a Criopreservação – congelamento de óvulos, embriões e sêmen.  Esta forma de preservar a fertilidade é indicada para pacientes que irão enfrentar quimioterapia e para mulheres que querem retardar a maternidade.

Diversos os caminhos e diferentes tratamentos vêm auxiliando homens e mulheres a formarem suas famílias. Já são mais de mais de 3 mil bebês nascidos com a ajuda da equipe  Nilo Frantz, e a clínica orgulha-se de fazer parte de cada uma dessas histórias.

 

O que é FIV?

A fertilização in vitro (FIV) é considerada uma revolução na medicina e, para uma quantidade crescente de casais, pode ser a única possibilidade de realizar o sonho de ter filhos. Desenvolvida pelo inglês Robert Edwards, prêmio Nobel de medicina (2010), a técnica possibilitou o nascimento do primeiro bebê de proveta”, em 1978.  Inicialmente restrita a um número pequeno de pacientes, a FIV se  popularizou e hoje há mais de 5 milhões de crianças nascidas no mundo .

 

Como é a técnica?

A técnica consiste na fertilização do óvulo pelo espermatozóide no laboratório. Os espermatozóides são obtidos por masturbação e os óvulos captados do ovário por punção transvaginal após estimulação ovariana. A fertilização ocorre pela injeção de um único espermatozóide no óvulo através de uma micro agulha (ICSI) com a consequente formação dos embriões. Após 3 a 5 dias de cultivos dos embriões em meio de cultura e mantidos em estufa, estes são transferidos para o útero através de um cateter.

 

Quais as indicações?

Inicialmente desenvolvida para casos de fator tubário, outras indicações frequentes são fator masculino e endometriose. A FIV, sendo a técnica com melhores resultados existente, também é indicada quando não se obtém a gestação com outros tratamentos, como em casos de anovulação, esterilidade sem causa aparente e idade feminina avançada.

 

Múltiplas possibilidades: óvulos doados, espermatozóides doados, útero de substituição

A impossibilidade absoluta de ter filhos já encontra hoje caminhos que driblam as dificuldades. Mesmo quando não existe mais a produção de espermatozóides ou de óvulos, há a chance de engravidar com uso de gametas doados. Quando a mulher não possui  mais útero, também poderá gestar através da transferência de embrião produzido com seu óvulo no útero de outra mulher (útero de substituição). Desta maneira, a técnica também pode beneficiar casais homoafetivos tanto femininos, quanto masculinos ou pessoas solteiras.

 

Estudo genético do embrião antes da implantação

O screening (ou diagnóstico) genético pré implantacional (PGS) consiste no estudo genético do embrião antes da transferência ao útero. Desta maneira, é possível analisar se o embrião é normal ou se possui alguma anormalidade genética. O procedimento consiste na retirada de algumas células periféricas (trofoblasto) do embrião e na análise, que pode ser cromossômico (cariótipo) ou gênico (quando se pesquisa alguma doença específica). Está indicado mais comumente para casos de abortos de repetição, falhas em tratamentos prévios, idade feminina avançada ou quando há doença familiar severa.

A fertilização in vitro é uma técnica que atingiu um alto grau de desenvolvimento e que exige uma complexa estrutura laboratorial. Indicada adequadamente de acordo com a peculiaridade de cada caso, vem beneficiando os casais com infertilidade e já possibilitou o nascimento de milhões de crianças desde a sua criação.

Clinica Screening da reserva ovariana
15/02/2019

Nas últimas décadas, mais precisamente após o surgimento da pílula anticoncepcional, a mulher ganhou autonomia para se proteger contra uma gestação indesejada e programar o momento ideal da sua vida para engravidar. A  pílula abriu caminho para importantes transformações sócio-culturais como o gradativo aumento da participação feminina no mercado de trabalho, a  diminuição no número de filhos por casal e, principalmente, a postergação da maternidade.

Se por  um lado estas mudanças comportamentais como o adiamento da maternidade significam uma grande conquista para as mulheres, por outro  representam um risco para a reprodução. Com o aumento da idade feminina aumenta também a incidência de patologias ginecológicas como a endometriose e os miomas uterinos que dificultam uma gravidez. Além disso, existe também um risco das mulheres  mais velhas sofrerem uma diminuição ou até mesmo uma completa depleção do seu estoque de óvulos antes de constituir a sua prole.

Há consenso na comunidade científica de que a partir dos 35 anos a mulher  entra em um período crítico, marcado pelo constante e progressivo declínio da sua capacidade reprodutiva. Porém, cabe ressaltar que esta idade se refere a uma média e por isso, pode acontecer de mulheres mais jovens já apresentar em forma assintomática, portanto oculta, diminuição da sua reserva ovariana.

Para avaliar melhor este cenário, A Nilo Frantz  Medicina Reprodutiva fez um levantamento de dados no período compreendido entre 2015 e 2016 e obteve resultados preocupantes.

Foram analisadas as dosagens de hormônio anti-Mülleriano de 505 mulheres. Este exame de sangue é considerado a mais precisa ferramenta para avaliar a reserva ovariana, ou seja, o estoque de óvulos remanescentes nos ovários de uma mulher em idade reprodutiva.

A pesquisa mostrou que 16,4% apresentavam uma moderada redução do estoque de óvulos e que outros 10,5% tinham uma acentuada diminuição. Logo, foi possível verificar que 26,9%, ou seja, uma em cada 4 mulheres têm o estoque de óvulos abaixo do esperado para a sua idade, mesmo sendo saudáveis e sem apresentar qualquer tipo de sintoma como alterações do ciclo menstrual.

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