Clinica Homens e mulheres cadeirantes podem se tornar pais?
24/10/2018

De forma geral as mulheres cadeirantes que não possuem problemas de fertilidade, podem engravidar naturalmente. Entretanto, se for diagnosticado algum problema de infertilidade, ela tem a opção de recorrer aos tratamentos de reprodução assistida.

É preciso salientar que a gestação de uma cadeirante deve ser acompanhada  bem de perto por uma equipe médica, pois além de enfrentar os desafios de uma gestação,  a paciente pode necessitar de cuidados especiais  relacionados a sua condição.

Os homens que estão em cadeiras de rodas também podem se tornar pais, Dependendo da causa que o tornou cadeirante (membros amputados, traumas na medula ou doenças)  ele pode engravidar a parceira de forma natural  ou através de tratamento de reprodução assistida.

Quando é necessário recorrer à fertilização in vitro, a coleta de espermatozóide é realizada por meio de algumas técnicas, como punção direta do epidídimo ou do testículo entre outras.

 Em ambos os casos é necessário uma avaliação completa para decidir o melhor caminho de se ter um filho.

Institucional Pacientes com câncer de mama podem preservar a sua fertilidade.
17/10/2018

Para outubro, mês dedicado ao alerta sobre o câncer de mama, a Nilo Frantz  Medicina Reprodutiva chama a atenção para a Preservação da Fertilidade em pacientes com este diagnóstico.

 Os tratamentos para o câncer de mama podem comprometer a fertilidade da mulher, pois são prejudiciais para os ovários. Felizmente, hoje já existem técnicas para preservar a fertilidade feminina em pacientes oncológicas, entre elas o congelamento de óvulos (e embriões). Uma vez que os óvulos são retirados antes do inicio do tratamento e criopreservados, poderão ser utilizados futuramente, quando a paciente já estiver tratada e apta a engravidar. Os especialistas em reprodução assistida ainda alertam que a preservação da fertilidade nestes casos não posterga e nem piora o prognóstico do tratamento.

Para o Dr. Nilo Frantz, os pacientes jovens precisam priorizar o tratamento do câncer, mas também pensar na possibilidade de preservar a fertilidade. “Tem que haver integração entre as equipes médicas para que depois da cura, esta paciente também consiga realizar o sonho da maternidade. Isto é possível e cada vez mais realizado nos dias de hoje” comenta o especialista.

Clinica Reversão de vasectomia: A técnica que devolve ao vasectomizado sua fertilidade
27/09/2018

Vasectomia é o tratamento contraceptivo realizado por homens que não querem correr riscos de engravidar suas parceiras. Consiste em uma cirurgia que promove um corte na bolsa testicular interrompendo assim a passagem de espermatozóides pelos dois canais deferentes. O sêmen continua sendo expelido nas relações sexuais, mas sem gametas, evitando assim a formação de um embrião.

Em muitos casos esse procedimento pode ser revertido através de uma  micro cirurgia para reconectar as duas partes dos canais deferentes que foram  separadas, recanalizando  assim o sistema de ejaculação dos espermatozóides. Após o procedimento, é realizado um exame chamado espermograma, para confirmar se os espermatozóides voltaram a ser ejaculados.

A cirurgia de reversão de vasectomia não prejudica a vida sexual e tampouco influencia na produção dos espermatozóides. Ela simplesmente reconstrói o sistema de duetos da ejaculação. As taxas de sucesso deste procedimento dependem do tempo de vasectomia e da experiência do cirurgião, podendo variar de 50 a 90% dos casos.

A reversão da vasectomia é uma forma de devolver ao homem sua fertilidade visando uma gravidez espontânea, mas existem outros caminhos para o homem vasectomizado  gerar um filho.  Nos tratamento de reprodução assistida os espermatozóides podem ser obtidos através de uma punção de epidídimo ou de testículo.

Cada caso deve ser avaliado de forma individualizada para a correta escolha do método ideal para obter a gestação, seja ela de forma natural ou assistida.

Clinica Infertilidade x Esterilidade
14/08/2018

Você sabe a diferença entre infertilidade e esterilidade? Pensando nestas dúvidas, a Nilo Frantz Medicina Reprodutiva elaborou um vídeo com a Dra. Paula Ternus, especialista em Reprodução Assistida, que vai esclarecer  sobre o assunto.  Confira! 

 

Clinica É preciso se preocupar com a fertilidade antes dos 30 anos?
29/06/2018

No vídeo, Dr. Nilo Frantz, comenta sobre reserva ovariana e explica porque é preciso pensar sobre a fertilidade ainda na juventude para garantir uma gestação saudável.

Clinica O papel do "TECE" na investigação da infertilidade masculina
28/06/2018

Nem sempre a dificuldade dos casais para engravidar é ocasionada por problemas nas mulheres. A literatura médica especializada aponta que a infertilidade masculina é responsável por 40% dos casos, portanto o check-up é indispensável tanto para mulheres como para homens.
 
Na  avaliação do fator masculino, espermograma completo é solicitado de forma rotineira, porém, novos exames como TECE (Teste da Estrutura da Cromatina do Espermatozóide) por Citometria de Fluxo tem contribuído muito para diagnósticos mais precisos. Ele é o único que identifica com precisão a fragmentação do DNA espermático.
De acordo com pesquisas, a presença de altos níveis de fragmentação tem influência direta no insucesso gestacional. Há casos de homens que apresentam  boas concentrações de espermatozóides móveis, com vitalidade e morfologia normais, mas com níveis altos de fragmentação. Nestes caso, em geral , é grande o insucesso na fertilização do óvulo, mesmo usando-se técnicas mais modernas de reprodução assistida.
 
A fragmentação do DNA espermático é considerada normal até 30%. Acima deste limite há uma redução significativa de gestações e aproximadamente o dobro de abortos. As causas mais freqüentes são: consumo excessivo de bebidas alcoólicas, tabagismo, consumo de algumas medicações, quimioterápicos e radioterapias, drogas ilícitas, sedentarismo, obesidade, poluentes nocivos, altas temperaturas na região dos testículos, febre alta, traumas locais, varicocele (varizes testiculares) e idade avançada.
 
A ação de muitos desses fatores pode ser transitória, havendo uma melhora da fragmentação do DNA com o passar do tempo. Tratamentos com agentes anti-oxidantes como vitaminas C e E, ácido fólico e zinco também podem ser benéficos.

Portanto, o casal que não está conseguindo engravidar deve procurar seu médico e fazer uma avaliação completa da fertilidade feminina e masculina. Esse é um passo importante para se realizar o sonho de ter um filho.

Clinica O que é aborto de repetição? É possível evitar?
26/06/2018

O aborto é definido como a perda fetal até 24 semanas ou de um feto com peso inferior a 500 gramas, sendo um fato bastante comum. Aproximadamente 20% das mulheres sofrem aborto espontâneo, entretanto, quando esta situação ocorre pelo menos três vezes de forma consecutiva é considerado aborto de repetição.

Diferentes situações podem causar abortos de repetição, a maior parte deles, cerca de 60%, é decorrente de alterações genéticas no embrião. As células do embrião saudável possui 46 cromossomos com todos os genes que permitem seu desenvolvimento normal. Muitas gestações porém acabam em abortamento pois os embriões apresentam cromossomos a mais ou a menos, o que muitas vezes é incompatível com a vida.

Outras causas como diabetes mellitus, distúrbios da tireóide (hipo e hipertireoidismo), tabagismo, uso de drogas, consumo excessivo de álcool, cafeína e obesidade também podem causar perdas gestacionais.

Dr. Nilo Frantz, diretor e fundador da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva alerta que muitos abortamentos estão relacionados à distúrbios imunológicos. alterações imunológicas não diagnosticadas e passíveis de tratamento podem responder não apenas por quadros de abortamentos, mas também por repetidas falhas nos tratamentos de fertilização in vitro (FIV).

Desta forma, a equipe avalia cautelosamente cada caso e investiga de forma minuciosa todas as possibilidades para achar as causas dos abortos, inclusive com exames imunológicos . Com diagnóstico preciso de cada paciente, os médicos e embriologistas da Nilo Frantz definem o melhor tratamento para evitar novas perdas. O resultado deste trabalho são menos casos de abortos e taxas de FIV bem sucedidas acima da média brasileira.

Clinica Como avaliar se as trompas estão normais ou não?
26/04/2018
Basicamente existem 2 métodos diagnósticos capazes de verificar a funcionalidade das trompas uterinas: Histerossalpingografia: exame radiológico realizado por Hospitais e clínicas de diagnóstico por imagem que, após a introdução de um líquido de contraste radiopaco, permite a visualização e a documentação da passagem do mesmo pelo aparelho reprodutivo, simulando o trajeto percorrido pelo sêmen. Através da histerossalpingografia analisa-se o canal cervical, a cavidade do útero, a permeabilidade das trompas e a dispersão do contraste no abdome.
Trata-se de um exame de difícil interpretação, muitas vezes variando muito o diagnóstico emitido de profissional para profissional. Outra limitação é o não seguimento dos corretos preceitos técnicos para a sua correta realização. As queixas de desconforto ou dor por parte das pacientes submetidas a este exame não são raras. Apesar disto, ainda hoje consiste em um exame muito solicitado para a avaliação do fator tubário.

Vídeolaparoscopia: exame realizado em ambiente hospitalar que, sob anestesia geral, permite visualizar através de imagens o interior do abdome e identificar a anatomia do aparelho reprodutivo. É o exame mais preciso para avaliar a integridade das trompas e diagnosticar uma série de anormalidades, como é o caso da endometriose. Trata-se de um exame realizado em ambiente hospitalar e que requer anestesia geral.

Clinica Por que ocorre a endometriose?
26/04/2018
Existem várias teorias que tentam explicar porque algumas mulheres são acometidas pela endometriose e outras não. Nenhuma conseguiu ainda esclarecer todos os tipos de casos. A tese mais aceita é a que se baseia na “menstruação retrógrada”, na qual o fluxo menstrual, além de se exteriorizar pela vagina, reflui através das trompas para o interior da pelve ocasionado o implante de células endometriais nestas regiões.
Outra hipótese aventada é a do desenvolvimento do tecido endometrial fora do útero, no período da embriogênese, ou seja, bem antes do nascimento, quando o bebê está formando seus órgãos. Também foi cogitado que os fragmentos viajariam pelo corpo humano através de vasos sanguíneos ou linfáticos. Em verdade, ainda não foi possível explicar e documentar com certeza o mecanismo de origem desta patologia.
Clinica Tire suas dúvidas Sobre Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) 
26/04/2018

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a patologia endócrina mais comum nas mulheres em idade reprodutiva, com prevalência estimada de 5-10% nesta população. No mundo todo, estima-se que, aproximadamente, 105 milhões de mulheres entre 15 e 49 anos de idade, têm diagnóstico de SOP. A síndrome dos ovários Policisticos é uma doença multifatorial, onde inclui-se fatores genéticos e fatores ambientais (dieta inadequada, sedentarismo). Caracteriza-se pela presença de menstruações irregulares, manifestações hiperandrogênicas, infertilidade (falta de ovulação), obesidade e resistência a ação da insulina.

1) Quais são os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos?

Pode se manifestar de diversas formas como: desordens menstruais e reprodutivas, acne, hirsutismo (crescimento excessivo de pelos) e, a médio e longo prazo pelas doenças metabólicas e maior risco para o desenvolvimento de doença cardiovascular e até câncer. Entre as causas de infertilidade feminina, 35% devem-se a distúrbios ovulatórios e destes 80% são em conseqüência da Síndrome dos ovários policisticos.

2) Quais as possibilidades terapêuticas para o tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos?

A escolha do tratamento depende de qual é o objetivo do mesmo: tratar a irregularidade menstrual? O distúrbio metabólico? Ou a infertilidade? Para cada objetivo, temos uma variedade de opções. No que tange a infertilidade, o tratamento se resume, basicamente, em restaurar a ovulação. Porém, previamente ao tratamento, o casal deve submeter-se a uma investigação mínima (permeabilidade tubária e espermograma) para a exclusão de outras causas de infertilidade. Uma parte importante do tratamento abrange a orientação quanto à mudança de estilo de vida, principalmente com relação à perda de peso. Estudos revelam que mais da metade das pacientes com SOP são obesas e a obesidade está associada com o fracasso dos tratamentos de infertilidade, além de maior risco de abortamento e complicações tardias da gestação (distúrbios hipertensivos, diabetes, etc).

3) Como tratar a Síndrome dos Ovários Policísticos na Infertilidade?

Quando a síndrome é a única causa da infertilidade do casal, o tratamento consiste na indução medicamentosa da ovulação. A medicação de primeira escolha é o citrato de clomifeno (CC). Porém, 30 % das pacientes com SOP não respondem ao estimulo com esta medicação isolada. Nestes casos temos algumas opções, como a associação com outras medicações (metformina, gonadotrofinas), o uso isolado de gonadotrofinas ou o tratamento cirúrgico, cauterização dos folículos ovarianos por videolaparoscopia, chamado, drilling ovariano. Estas opções aumentam a chance de sucesso. A escolha vai depender de uma avaliação individualizada caso a caso.

O uso de gonadotrofinas nestas pacientes deve ser extremamente cauteloso, pois pacientes com SOP tem um risco maior de desenvolver uma complicação associada ao uso desta medicação que é a síndrome do hiperestímulo ovariano (SHO). Em resumo, a SOP é uma doença complexa, onde a infertilidade é uma de suas faces mais difíceis para estas mulheres. Existe uma série de possibilidades de tratamento, a ser avaliada individualmente. O único tratamento que deve ser empregado na imensa maioria destas pacientes é o estímulo à mudança de estilo de vida, principalmente dieta com redução de peso e atividade física regular. Este primeiro passo, certamente facilitará o tratamento complementar, se este ainda for necessário.

4) Existe alguma técnica que se pode utilizar para reduzir o risco de Hiperestímulo? Atualmente temos uma nova alternativa de tratamento para estas pacientes que é a maturação em laboratório dos óvulos (IVM). Nesta técnica, coletamos os óvulos imaturos dos ovários da paciente com SOP e fazemos sua maturação no laboratório. Quando maduros estes óvulos são fertilizados e após os embriões são transferidos ao útero da paciente. Esta técnica reduz a zero o risco de hiperestímulo.

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