Nilo Frantz - Centro de Reprodução Humana - Infertilidade x Esterilidade
Clinica Infertilidade x Esterilidade
14/08/2018

Você sabe a diferença entre infertilidade e esterilidade? Pensando nestas dúvidas, a Nilo Frantz Medicina Reprodutiva elaborou um vídeo com a Dra. Paula Ternus, especialista em Reprodução Assistida, que vai esclarecer  sobre o assunto.  Confira! 

 

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Clinica É preciso se preocupar com a fertilidade antes dos 30 anos?
29/06/2018

No vídeo, Dr. Nilo Frantz, comenta sobre reserva ovariana e explica porque é preciso pensar sobre a fertilidade ainda na juventude para garantir uma gestação saudável.

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Clinica O papel do "TECE" na investigação da infertilidade masculina
28/06/2018

Nem sempre a dificuldade dos casais para engravidar é ocasionada por problemas nas mulheres. A literatura médica especializada aponta que a infertilidade masculina é responsável por 40% dos casos, portanto o check-up é indispensável tanto para mulheres como para homens.
 
Na  avaliação do fator masculino, espermograma completo é solicitado de forma rotineira, porém, novos exames como TECE (Teste da Estrutura da Cromatina do Espermatozóide) por Citometria de Fluxo tem contribuído muito para diagnósticos mais precisos. Ele é o único que identifica com precisão a fragmentação do DNA espermático.
De acordo com pesquisas, a presença de altos níveis de fragmentação tem influência direta no insucesso gestacional. Há casos de homens que apresentam  boas concentrações de espermatozóides móveis, com vitalidade e morfologia normais, mas com níveis altos de fragmentação. Nestes caso, em geral , é grande o insucesso na fertilização do óvulo, mesmo usando-se técnicas mais modernas de reprodução assistida.
 
A fragmentação do DNA espermático é considerada normal até 30%. Acima deste limite há uma redução significativa de gestações e aproximadamente o dobro de abortos. As causas mais freqüentes são: consumo excessivo de bebidas alcoólicas, tabagismo, consumo de algumas medicações, quimioterápicos e radioterapias, drogas ilícitas, sedentarismo, obesidade, poluentes nocivos, altas temperaturas na região dos testículos, febre alta, traumas locais, varicocele (varizes testiculares) e idade avançada.
 
A ação de muitos desses fatores pode ser transitória, havendo uma melhora da fragmentação do DNA com o passar do tempo. Tratamentos com agentes anti-oxidantes como vitaminas C e E, ácido fólico e zinco também podem ser benéficos.

Portanto, o casal que não está conseguindo engravidar deve procurar seu médico e fazer uma avaliação completa da fertilidade feminina e masculina. Esse é um passo importante para se realizar o sonho de ter um filho.

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Clinica O que é aborto de repetição? É possível evitar?
26/06/2018

O aborto é definido como a perda fetal até 24 semanas ou de um feto com peso inferior a 500 gramas, sendo um fato bastante comum. Aproximadamente 20% das mulheres sofrem aborto espontâneo, entretanto, quando esta situação ocorre pelo menos três vezes de forma consecutiva é considerado aborto de repetição.

Diferentes situações podem causar abortos de repetição, a maior parte deles, cerca de 60%, é decorrente de alterações genéticas no embrião. As células do embrião saudável possui 46 cromossomos com todos os genes que permitem seu desenvolvimento normal. Muitas gestações porém acabam em abortamento pois os embriões apresentam cromossomos a mais ou a menos, o que muitas vezes é incompatível com a vida.

Outras causas como diabetes mellitus, distúrbios da tireóide (hipo e hipertireoidismo), tabagismo, uso de drogas, consumo excessivo de álcool, cafeína e obesidade também podem causar perdas gestacionais.

Dr. Nilo Frantz, diretor e fundador da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva alerta que muitos abortamentos estão relacionados à distúrbios imunológicos. alterações imunológicas não diagnosticadas e passíveis de tratamento podem responder não apenas por quadros de abortamentos, mas também por repetidas falhas nos tratamentos de fertilização in vitro (FIV).

Desta forma, a equipe avalia cautelosamente cada caso e investiga de forma minuciosa todas as possibilidades para achar as causas dos abortos, inclusive com exames imunológicos . Com diagnóstico preciso de cada paciente, os médicos e embriologistas da Nilo Frantz definem o melhor tratamento para evitar novas perdas. O resultado deste trabalho são menos casos de abortos e taxas de FIV bem sucedidas acima da média brasileira.

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Clinica Como avaliar se as trompas estão normais ou não?
26/04/2018
Basicamente existem 2 métodos diagnósticos capazes de verificar a funcionalidade das trompas uterinas: Histerossalpingografia: exame radiológico realizado por Hospitais e clínicas de diagnóstico por imagem que, após a introdução de um líquido de contraste radiopaco, permite a visualização e a documentação da passagem do mesmo pelo aparelho reprodutivo, simulando o trajeto percorrido pelo sêmen. Através da histerossalpingografia analisa-se o canal cervical, a cavidade do útero, a permeabilidade das trompas e a dispersão do contraste no abdome.
Trata-se de um exame de difícil interpretação, muitas vezes variando muito o diagnóstico emitido de profissional para profissional. Outra limitação é o não seguimento dos corretos preceitos técnicos para a sua correta realização. As queixas de desconforto ou dor por parte das pacientes submetidas a este exame não são raras. Apesar disto, ainda hoje consiste em um exame muito solicitado para a avaliação do fator tubário.

Vídeolaparoscopia: exame realizado em ambiente hospitalar que, sob anestesia geral, permite visualizar através de imagens o interior do abdome e identificar a anatomia do aparelho reprodutivo. É o exame mais preciso para avaliar a integridade das trompas e diagnosticar uma série de anormalidades, como é o caso da endometriose. Trata-se de um exame realizado em ambiente hospitalar e que requer anestesia geral.

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Clinica Por que ocorre a endometriose?
26/04/2018
Existem várias teorias que tentam explicar porque algumas mulheres são acometidas pela endometriose e outras não. Nenhuma conseguiu ainda esclarecer todos os tipos de casos. A tese mais aceita é a que se baseia na “menstruação retrógrada”, na qual o fluxo menstrual, além de se exteriorizar pela vagina, reflui através das trompas para o interior da pelve ocasionado o implante de células endometriais nestas regiões.
Outra hipótese aventada é a do desenvolvimento do tecido endometrial fora do útero, no período da embriogênese, ou seja, bem antes do nascimento, quando o bebê está formando seus órgãos. Também foi cogitado que os fragmentos viajariam pelo corpo humano através de vasos sanguíneos ou linfáticos. Em verdade, ainda não foi possível explicar e documentar com certeza o mecanismo de origem desta patologia.
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Clinica Tire suas dúvidas Sobre Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) 
26/04/2018

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a patologia endócrina mais comum nas mulheres em idade reprodutiva, com prevalência estimada de 5-10% nesta população. No mundo todo, estima-se que, aproximadamente, 105 milhões de mulheres entre 15 e 49 anos de idade, têm diagnóstico de SOP. A síndrome dos ovários Policisticos é uma doença multifatorial, onde inclui-se fatores genéticos e fatores ambientais (dieta inadequada, sedentarismo). Caracteriza-se pela presença de menstruações irregulares, manifestações hiperandrogênicas, infertilidade (falta de ovulação), obesidade e resistência a ação da insulina.

1) Quais são os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos?

Pode se manifestar de diversas formas como: desordens menstruais e reprodutivas, acne, hirsutismo (crescimento excessivo de pelos) e, a médio e longo prazo pelas doenças metabólicas e maior risco para o desenvolvimento de doença cardiovascular e até câncer. Entre as causas de infertilidade feminina, 35% devem-se a distúrbios ovulatórios e destes 80% são em conseqüência da Síndrome dos ovários policisticos.

2) Quais as possibilidades terapêuticas para o tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos?

A escolha do tratamento depende de qual é o objetivo do mesmo: tratar a irregularidade menstrual? O distúrbio metabólico? Ou a infertilidade? Para cada objetivo, temos uma variedade de opções. No que tange a infertilidade, o tratamento se resume, basicamente, em restaurar a ovulação. Porém, previamente ao tratamento, o casal deve submeter-se a uma investigação mínima (permeabilidade tubária e espermograma) para a exclusão de outras causas de infertilidade. Uma parte importante do tratamento abrange a orientação quanto à mudança de estilo de vida, principalmente com relação à perda de peso. Estudos revelam que mais da metade das pacientes com SOP são obesas e a obesidade está associada com o fracasso dos tratamentos de infertilidade, além de maior risco de abortamento e complicações tardias da gestação (distúrbios hipertensivos, diabetes, etc).

3) Como tratar a Síndrome dos Ovários Policísticos na Infertilidade?

Quando a síndrome é a única causa da infertilidade do casal, o tratamento consiste na indução medicamentosa da ovulação. A medicação de primeira escolha é o citrato de clomifeno (CC). Porém, 30 % das pacientes com SOP não respondem ao estimulo com esta medicação isolada. Nestes casos temos algumas opções, como a associação com outras medicações (metformina, gonadotrofinas), o uso isolado de gonadotrofinas ou o tratamento cirúrgico, cauterização dos folículos ovarianos por videolaparoscopia, chamado, drilling ovariano. Estas opções aumentam a chance de sucesso. A escolha vai depender de uma avaliação individualizada caso a caso.

O uso de gonadotrofinas nestas pacientes deve ser extremamente cauteloso, pois pacientes com SOP tem um risco maior de desenvolver uma complicação associada ao uso desta medicação que é a síndrome do hiperestímulo ovariano (SHO). Em resumo, a SOP é uma doença complexa, onde a infertilidade é uma de suas faces mais difíceis para estas mulheres. Existe uma série de possibilidades de tratamento, a ser avaliada individualmente. O único tratamento que deve ser empregado na imensa maioria destas pacientes é o estímulo à mudança de estilo de vida, principalmente dieta com redução de peso e atividade física regular. Este primeiro passo, certamente facilitará o tratamento complementar, se este ainda for necessário.

4) Existe alguma técnica que se pode utilizar para reduzir o risco de Hiperestímulo? Atualmente temos uma nova alternativa de tratamento para estas pacientes que é a maturação em laboratório dos óvulos (IVM). Nesta técnica, coletamos os óvulos imaturos dos ovários da paciente com SOP e fazemos sua maturação no laboratório. Quando maduros estes óvulos são fertilizados e após os embriões são transferidos ao útero da paciente. Esta técnica reduz a zero o risco de hiperestímulo.

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Clinica O que é endometriose?
26/04/2018

Para compreender melhor o que é a endometriose, quais são os seus sintomas, as suas conseqüências, como diagnosticar e como tratar, primeiro é preciso explicar o que é o “endométrio”, palavra da qual deriva o nome desta doença.

O endométrio é uma fina camada que reveste internamente o útero e se transforma ao longo de cada ciclo menstrual para eventualmente acolher um embrião. A cada início de ciclo esta camada, também conhecida como mucosa endometrial, vai aumentando de espessura e sofrendo mudanças com intuito de, uma vez ocorrendo uma fecundação, albergar uma gestação que nela se instalará. Tais células somente existem no corpo da mulher. Homens não têm células de endométrio no seu organismo, uma vez que não tem útero e, até o presente momento, são incapazes de gestar.

A cada ciclo que não resulta em uma gravidez, o organismo feminino libera esta camada não utilizada que, ao se desprender e ser descartada dá origem a um sangramento, denominado menstruação.

Esta mucosa endometrial, específica para acomodar uma gestação que se inicia, deve estar presente em somente uma região do corpo: dentro do útero. No entanto, 10% das mulheres são diagnosticadas como portadoras de células endometriais em outras áreas do corpo. O endométrio “ectópico”, ou seja, fora do lugar onde devia estar é considerado como uma alteração que recebe o nome de “endometriose”.

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Clinica Reserva Ovariana
25/04/2018

QUANTO TEMPO UMA MULHER COM 30 ANOS PODE ESPERAR PARA TER FILHOS?

Uma das maiores revoluções comportamentais ocorridas nas últimas décadas ocorreu devido a um lançamento da indústria farmacêutica. A introdução das pílulas anticoncepcionais, na década de 60, foi responsável por uma transformação sem precedentes na sociedade moderna. A partir desta época pôde a mulher ambicionar mais do que ficar responsável pela casa e cuidar dos filhos. O eficaz controle da natalidade permitiu se dedicar aos estudos e se estabelecer profissionalmente antes mesmo de pensar em formar uma família. Com isto, vários fenômenos demográficos foram verificados, sobretudo nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Dentre estes, tiveram destaque a acentuada diminuição do número de filhos por casal e a postergação da idade em que se engravida pela primeira

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vez. O que muitas pessoas não sabem é que esta mudança tem feito com que aumente o risco de homens e mulheres, ao adiar o ato de terem filhos, se deparem com alguma dificuldade para engravidar.Vários fatores contribuem para isto: um maior tempo de exposição à poluição ambiental, ganho de peso com o passar da idade, maus hábitos como o uso de drogas lícitas (álcool e cigarro) ou ilícitas e o uso de cuecas justas e a permanência por horas diariamente sentado (por parte dos homens). Outro fator verificado é que com uma contracepção eficaz se torna possível namorar mais e ter mais parceiros(as), o que acaba por aumentar a

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chance de contato com algum microorganismo potencialmente nocivo à fertilidade, como é o caso da bactéria chlamydia trachomatis. A postergação da maternidade também faz com que as mulheres ingressem em uma faixa etária em que algumas doenças, mesmo benignas, podem afetar o potencial reprodutivo. O surgimento da endometriose e dos miomas uterinos são bons exemplos, uma vez que são mais diagnosticados entre os 30 e 40 anos de idade. Embora menos comum, a necessidade de tratamento de algumas doenças malignas, como é o caso do câncer de mama, das leucemias e dos linfomas, pode também comprometer o plano de formar uma família. Dez por cento das mulheres detectadas com câncer de mama têm menos de 40 anos e podem precisar de alguma terapêutica prejucicial à saúde ovariana (quimioterapia, por exemplo). Vários são os fatores que podem prejudicar a capacidade reprodutiva do ser humano. Entretanto, nenhum é tão ameaçador à fertilidade feminina quanto o inevitável transcorrer da idade. A maioria das pessoas desconhece importantes fatos a respeito da fisiologia ovariana e optam por realizar um planejamento de vida muitas

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vezes equivocado devido à falta de informações. Alguns dados científicos a respeito do “envelhecimento ovariano” fisiológico:

  • A quantidade de óvulos varia enormemente de pessoa para pessoa. Enquanto algumas nascem com um estoque de 2.5 milhões, outras apresentam pouco mais de 30 mil no momento do nascimento.
  • Aos 30 anos uma mulher com uma “boa reserva ovariana” tem, em média, apenas 10% da quantidade de óvulos que tinha ao nascer. Aos 35 tem apenas 5%.
  • A cada mês são perdidos de forma imperceptível cerca de 1000 óvulos, mesmo não havendo ovulações devido ao uso da pílula. Esta perda também ocorre, por exemplo, com as células do sangue e da pele diariamente. Entretanto, este tipo de célula é reposto de forma contínua ao longo da vida, o que não acontece no caso dos óvulos.
  • A análise de exames de mulheres saudáveis (sem infertilidade, vícios ou doenças) e com ciclos menstruais regulares revelou que, independentemente da idade, 26% tinham o estoque de óvulos menor do que o esperado.

Atualmente é possível, através da chamada “avaliação da reserva ovariana”, obter de especialistas na área de reprodução humana algumas orientações a respeito do estoque estimado de óvulos que cada mulher ainda dispõe. Pode ser identificado se o mesmo está dentro, acima ou abaixo do esperado para a idade. Os casos que geram uma maior preocupação são justamente aqueles em que se verifica uma quantidade reduzida. Cerca de 1% das mulheres entram na menopausa antes dos 40 anos e em 10% dos casos isto ocorre antes de se completar 45 anos. Mas, ao contrário do que muitos imaginam, o declínio acentuado da fertilidade não se dá na menopausa, ou seja, quando a menstruação cessa por completo e sim aproximadamente 10 anos antes. Portanto, uma mulher que está destinada a parar de menstruar aos 46 anos poderá ter a sua fertilidade encerrada de forma precoce ao redor dos 36 anos de idade, antes mesmo de ter o primeiro ou o segundo filho. A avaliação da reserva ovariana permite um aconselhamento individualizado baseado em informações obtidas após uma entrevista médica, a dosagem de um hormônio específico para este fim e a realização de ecografia dos ovários para contagem dos folículos (pequenas estruturas onde se encontram os óvulos) por profissional habilitado. Trata-se de uma ferramenta que pode colaborar para um melhor planejamento de vida da mulher que trabalha, estuda e ainda deseja ter filhos.

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Clinica Fiz ligadura das trompas há alguns anos. O que devo fazer para engravidar de novo?
25/04/2018
Muitas das mulheres que realizam a laqueadura tubária acabam alguns anos depois desejando novamente engravidar. Esta mudança de expectativa se deve basicamente por 3 motivos: arrependimento e o ressurgimento do desejo de ser mãe, a perda de um filho ou, o que é mais freqüente, o ingresso em um novo relacionamento. Nestes casos a técnica indicada é a fertilização in vitro (FIV).
A chance do tratamento dar certo vai depender de uma série de fatores, sendo o principal a idade da mulher. Quanto mais jovem for realizada a FIV, melhor. Após os 40 anos, mesmo sendo saudável e já tendo filhos as chances de engravidar são significativamente menores.
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