MAIS ALTERNATIVAS, MAIS REALIZAÇÕES

Para tratar a infertilidade, o Centro de Reprodução Humana Nilo Frantz dispõe de

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diversos métodos diagnósticos e terapêuticos, que auxiliam homens e mulheres na realização do

sonho de

gerar um filho.

Coito programado

O Coito programado é considerado uma técnica de reprodução humana assistida de “baixa complexidade”. Trata-se do acompanhamento de um ciclo menstrual da mulher para indicar o momento mais favorável à ocorrência da gestação.

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Criopreservação (congelamento)

O congelamento de espermatozóides, óvulos e embriões é uma prática bem estabelecida e realizada na maior parte dos países com instituições dedicadas à reprodução humana assistida.

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FIV – Fertilização in vitro

Desenvolvida nos anos 70 para suplantar problemas nas trompas tem hoje a sua indicação ampliada para as mais diversas causas de infertilidade masculina e feminina. Popularmente conhecida como “bebê de proveta”, a técnica consiste na fecundação (encontro do espermatozoide com o óvulo) em laboratório. Após a avaliação do desenvolvimento embrionário, o embrião (ou embriões) selecionado é transferido para o útero da mulher.

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IIU – Inseminação intra-uterina

Também denominada de “inseminação artificial”. Consiste na deposição do sêmen diretamente no interior do útero da mulher. Diferentemente da fertilização “in vitro”, na inseminação a fecundação óvulo pelo espermatozóide ocorre de forma natural na região trompa, ou seja, “in vivo”.

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IVM – Maturação in vitro de óvulos

A técnica denominada de Maturação in vitro de oócitos ou “IVM” (sigla inglesa para in vitro maturation) consiste na captação de óvulos imaturos e seu subseqüente amadurecimento em laboratório. Após imersão em meios de cultura especiais, estes atingem o estágio de metáfase II (MII), sendo então fertilizados e transferidos os pré-embriões para o útero da paciente. As vantagens da técnica IVM são várias. Os casos mais beneficiados são os de mulheres portadoras de ovários policísticos, pois não necessitam serem submetidas à estimulação ovariana para a fertilização in vitro clássica, evitando assim os riscos de uma resposta ovariana exagerada, quadro denominado de “Síndrome da Hiperestímulação Ovariana”, complicação que ocorre em aproximadamente 5% dos casos e pode ser grave, podendo levar até a uma hospitalização.

O método também pode ser aplicado em mulheres que apresentam vários pequenos folículos na ultra-sonografia, mas não têm a síndrome. Dentre as vantagens da IVM, merece ênfase o menor custo, quarenta a 50% menor, uma vez que não há necessidade do uso de gonadotrofinas (hormônios usados para a estimulação dos ovários). Outra vantagem é que o acompanhamento é bem mais simples, usualmente sendo requisitado o comparecimento da paciente às clínicas de fertilização em um menor número de vezes, o que favorece o atendimento dos casais de cidades e estados que não contam com serviços especializados. Na realidade, o conceito da técnica já existe há várias décadas. Mas, só recentemente, com o desenvolvimento de equipamento de ultrassonografia de alta resolução, agulhas apropriadas e, principalmente, meios de cultura específicos para este fim, é que foram obtidas taxas de gestação mais animadoras.

O Centro de Reprodução Nilo Frantz vem se dedicando à implementação da IVM desde 2005. Entretanto, foi em 2007 que a primeira gestação com IVM ocorreu, culminando em agosto de 2008 com o nascimento do primeiro bebê pela técnica no Brasil. A este já se somam outros nascimentos com o auxílio do Centro de Reprodução Humana Nilo Frantz. Embora para o casal, o tratamento seja mais simples, exige da instituição profissionais altamente especializados e grande investimento em tecnologia. Para se ter uma idéia de quanto a implementação da metodologia é complexa, o primeiro nascimento com essa mesma técnica na Inglaterra ocorrera somente um ano antes, em 2007.