• BEM-ESTAR E CONFORTO PARA TODOS OS PACIENTES.

     

A estrutura da clínica.

Os pacientes atendidos em qualquer uma das unidades têm acesso à infraestrutura completa da sede. O espaço de 500m² foi planejado para oferecer segurança e privacidade, desde a primeira consulta até a conclusão do tratamento. Tudo isso, com o acompanhamento de uma equipe especializada.

3 Salas de esperas com wifi livre, maquina de cafés e som ambiente;

Sala de recuperação com privacidade;

3 Vestiários de barreira;

Dispensação de medicação;

Orientação e aplicação de medicação no local e a domicílio (Porto Alegre).

Equipe.

Envolvimento é a nossa especialidade

A equipe Nilo Frantz conta com profissionais comprometidos e qualificados, formados em renomadas instituições. Sempre atenta em atender nossos pacientes com cuidado e sensibilidade.

  • Médicos
  • Enfermagem
  • Nutrição
  • Psicologia
  • Atendimento Administrativo
  • Financeiro
  • Marketing

Serviços.

A nilo frantz Medicina Reprodutiva conta com um corpo clínico capacitado, equipe de enfermagem qualificada, além dos serviços multiprofissionais, como psicóloga e nutricionista. Temos o cuidado e a preocupação em proporcionar o melhor para nossos pacientes.

  • PSICOLOGIA

    Proporcionar aos os pacientes um espaço, onde eles possam trazer suas dúvidas, fantasias, medos e tristeza, e juntos possamos enfrentar a melhor maneira de percorrer este caminho, ao alcance de seu objetivo.

  • NUTRIÇÃO

    A nutrição é um dos fatores que influenciam a saúde das pessoas. Os casais que necessitam de tratamentos de reprodução assistida, quando recebem orientação nutricional e melhoram os seus hábitos alimentares e estilo de vida, aumentam as chances de gravidez e de gerar um filho saudável

Diagnóstico.

INVESTIGAçãO FEMININA

  • Anamnese
  • Dosagens Sanguíneas (de hormônios ou de anticorpos) Com uma pequena amostra de sangue é possível avaliar uma série de hormônios responsáveis pela fertilidade feminina. Hormônios como FSH (hormônio folículo-estimulante), LH (hormônio luteinizante), estradiol, progesterona, prolactina, testosterona, inibina B e HAM (hormônio anti-mülleriano), por exemplo, são capazes de demonstrar como está a capacidade de ovular de uma mulher. Alguns, como é o caso do hormônio anti-mülleriano, estão relacionados à avaliação da reserva ovariana, ou seja, refletem a quantidade de folículos e óvulos ainda disponíveis.

    Por exemplo, uma dosagem alterada dos hormônios FSH e/ou anti-mülleriano pode revelar que o número de óvulos disponíveis pode estar diminuído, redução esta acima da esperada para a idade da mulher. A dosagem de algumas substâncias, denominadas marcadores, também podem ser solicitadas, um deles é o CA 125. Embora careça de precisão e esteja implicado em uma série de outras alterações, o CA 125 é usado também na investigação de endometriose. Alguns anticorpos podem ser pesquisados na corrente sangüínea. Os específicos para a clamídia, principal germe causador de alterações nas trompas, podem revelar um contato antigo (IgG) ou recente (IgM).
  • HAM – HORMÔNIO ANTI-MULLERIANO Cinquenta anos após o surgimento da pílula anticoncepcional, um exame promete novamente revolucionar o comportamento das futuras gerações de mulheres. A dosagem do Hormônio Anti-Mülleriano (AMH), produzido por células dos ovários, permite estimar de forma indireta se a quantidade de óvulos disponíveis está acima, na média ou abaixo do esperado para a idade e, assim, tentar prever a longevidade reprodutiva. O novo exame se tornou um forte aliado dos profissionais que atuam na área da reprodução humana do mundo todo e já se tornou praxe na rotina de nosso Centro.

  • Histeroscopia Através da passagem de um fino aparelho através do colo uterino pode-se verificar a integridade da cavidade do útero e se a mesma está apta ao desenvolvimento da gestação. Além de diagnóstica, a histeroscopia pode ser cirúrgica, permitindo a correção de algumas alterações do desenvolvimento uterino (malformações) ou a ressecção de alterações como miomas uterinos, pólipos (endometriais ou cervicais) e sinéquias (cicatrizes no interior do útero).
  • HISTEROSSONAGRAFIA Através da passagem de um fino aparelho através do colo uterino pode-se verificar a integridade da cavidade do útero e se a mesma está apta ao desenvolvimento da gestação. Além de diagnóstica, a histeroscopia pode ser cirúrgica, permitindo a correção de algumas alterações do desenvolvimento uterino (malformações) ou a ressecção de alterações como miomas uterinos, pólipos (endometriais ou cervicais) e sinéquias (cicatrizes no interior do útero).
  • INVESTIGAÇÃO IMUNOLÓGICA Atualmente existem exames capazes de diagnosticar o problema pelos quais muitos casais não engravidam ou engravidam e perdem o seu bebê. Sabe-se que muitos dos abortamentos inexplicados se devem, na verdade, a distúrbios imunológicos.
    Vários dos casos classificados como “infertilidade sem explicação” ou “sem causa aparente” são, na verdade, decorrentes de alterações imunológicas não diagnosticadas e passíveis de tratamento. Esses distúrbios podem responder não apenas por quadros de abortamentos, mas também por repetidas falhas nas tentativas de fertilização in vitro (FIV). Exames como a pesquisa de células NK (natural killer), trombofilias, cross-match, fator V de Leiden, compatibilidade HLA-G, entre outros, podem ser necessários.
    Análise do muco cervical e teste pós-coital: na ocasião do período fértil pode-se analisar a qualidade e a quantidade de muco produzida. Quando realizada algumas horas após a relação sexual, esta avaliação permite também estudar o desempenho dos espermatozóides em meio ao muco.
  • ULTRASSONOGRAFIA OU ECOGRAFIA TRANSVAGINAL Solicitada de forma rotineira para analisar a forma e o funcionamento do aparelho reprodutivo feminino, com ênfase no estudo do útero e dos ovários. Além de identificar problemas como cistos ovarianos, ovários policísticos (ou micropolicísticos), miomas uterinos, pólipos endometriais e endometriose, a ultrassonografia transvaginal seriada permite acompanhar o ciclo menstrual e demonstrar a ocorrência (ou não) da ovulação e a fase mais propícia para engravidar (período fértil).
    É um dos exames que permite estimar a resposta ovariana às medicações. Quando realizada logo após a menstruação, o volume ovariano e o número de folículos predizem a reserva ovariana, ou seja, se este ovário produzirá óvulos em quantidade e qualidade. Novos recursos possibilitados pela Ultrassonografia estão sendo estudados para melhorar a investigação do casal com dificuldade de gestar.

INVESTIGAçãO MASCULINA

  • DOSAGENS HORMONAIS Através da coleta de sangue é possível avaliar a produção de vários hormônios. Os mais comumente dosados são: Testosterona, FSH e LH.

  • ESPERMOGRAMA(OU ESPERMOCITOGRAMA) Exame realizado para avaliar o sêmen. Dentre os diversos parâmetros estudados estão: a concentração (número de espermatozóides em cada mililitro de ejaculado, a morfologia (proporção de espermatozóides com forma normal ou alterada) e a mobilidade (maneira como os espermatozóides se deslocam).
    Este exame pode ser disponibilizado por laboratórios de análises clínicas/ patológicas ou na própria instituição (clínica ou hospital) dedicada ao tratamento da infertilidade.
  • PUNÇÃO (OU BIÓPSIA) DE TESTÍCULO Nos casos de ausência de espermatozoides no sêmen ejaculado (azoospermia), pode ser necessária uma punção ou biópsia dos testículos para verificar se há ou não há a produção de espermatozoides.
  • TESTE DE FRAGMENTAÇÃO DO DNA ESPERMÁTICO Exame que quantifica o percentual de espermatozoides que contém anomalias no seu DNA. Quanto maior for este percentual, maior será o comprometimento do material genético e, portanto, pior será a qualidade do sêmen.
  • ULTRASSONOGRAFIA OU ECOGRAFIA TESTICULAR Exame de diagnóstico por imagem solicitado para avaliar o aparelho reprodutor masculino, principalmente alterações nos testículos ou nos vasos sanguíneos que os nutrem (pesquisa de varicocele, por exemplo).

Tratamentos.

Mais alternativas, mais realizações

Para tratar a infertilidade, o Centro de Reprodução Humana Nilo Frantz dispõe de diversos métodos diagnósticos e terapêuticos, que auxiliam homens e mulheres na realização do sonho de gerar um filho.

TRATAMENTOS

  • COITO PROGRAMADO O Coito programado é considerado uma técnica de reprodução humana assistida de “baixa complexidade”. Trata-se do acompanhamento de um ciclo menstrual da mulher para indicar o momento mais favorável à ocorrência da gestação.O ciclo pode transcorrer de forma natural, sem o uso de medicações indutoras da ovulação. No entanto, freqüentemente faz-se uso de fármacos capazes de estimular a ovulação. Independente do esquema proposto,são realizadas ultra-sonografias e,em alguns casos, dosagens hormonais, para indicar o período mais favorável para o casal manter relações sexuais e maximizar a probabilidade de engravidar.Com a técnica de Coito Programado procura-se reestabelecer a taxa média de fecundidade que um casal sem alterações reprodutivas apresenta, ou seja, 10 a 20% de chance de engravidar por ciclo.
  • CRIOPRESERVAÇÃO (CONGELAMENTO) O congelamento de espermatozóides, óvulos e embriões é uma prática bem estabelecida e realizada na maior parte dos países com instituições dedicadas à reprodução humana assistida.

    A técnica de criopreservação de embriões tem apresentado significativos avanços nos últimos anos. Recentemente desenvolvida, o método de vitrificação contribuiu para que as taxas de gestação atingissem patamares animadores. Outra grande vantagem desta técnica é uma menor exposição às substâncias chamadas crioprotetoras, necessárias para o procedimento, mas capazes de prejudicar a qualidade do material congelado.

    Uma opção para as mulheres que pretendem postergar o ato de engravidar, seja por razões profissionais, seja por não terem ainda encontrado um companheiro, é o congelamento de óvulos. Através deste procedimento, os óvulos permanecem armazenados em baixas temperaturas (-196Cº) com a idade do momento do congelamento.

    É sabido que o avanço da idade da mulher tem impacto deletério sobre a quantidade e, principalmente, sobre a qualidade dos óvulos, diminuindo assim as chances de gravidez e aumentando os riscos de complicações na gestação. Este efeito prejudicial é observado com maior intensidade após os 35 anos, motivo pelo qual preconiza-se a realização do congelamento antes desta idade.



    PRESERVAR A FERTILIDADE NAS PACIENTES ONCOLÓGICAS

    Pacientes portadoras de neoplasias (câncer), em geral, passam por tratamentos radioterápicos ou quimioterápicos que podem resultar em eventos adversos tardios, como a diminuição no número de óvulos, falência ovariana precoce, e perda da capacidade reprodutiva. Dependendo do desenvolvimento do tumor, a remoção dos órgãos reprodutivos (como por exemplo, a ooforectomia – remoção dos ovários) é indicada, afetando parcialmente ou definitivamente as chances de reprodução futura.
    Algumas outras doenças, como as auto-imunes (lúpus e glomerulonefrite) ou a Doença de Behcet também podem alterar de forma irreversível a função ovariana, tendo em vista que o tratamento destas doenças é realizado com uma das medicações utilizadas também no tratamento de câncer, a ciclofosfamida.
  • Diagnóstico Genético Pré-Implantacional - PGD O Diagnóstico Genético Pré-implantacional, mais conhecido no Brasil como biópsia do embrião ou pela sigla PGD (Preimplantation Genetic Diagnosis) é um procedimento através do qual é realizada uma pequena biópsia que permite identificar os embriões portadores de desordens genéticas e transferir para o útero materno apenas os embriões saudáveis. Dessa forma, casais com alto risco para certas doenças serão beneficiados. Pesquisadores de vários países vêm buscando aperfeiçoar a técnica de maneira a reduzir a margem de erro no diagnóstico de doenças genéticas e aumentar os índices de êxito das fertilizações in vitro.

    Uma das descobertas mais importantes tem origem em uma simples mudança: adiar em dois dias a data da realização da biópsia genética do embrião. Antes, a análise só era possível no terceiro dia de desenvolvimento do embrião após a fecundação. Verificou-se que sendo feita no quinto dia, momento em que o embrião passa a ser chamado de blastocisto, a taxa de gravidez sobe significativamente. O objetivo final é obtenção de um embrião saudável, de uma gravidez bem sucedida e, sobretudo, o nascimento de uma criança perfeita.

    Casos para os quais o Diagnóstico Genético Pré–implantacional (PGD) pode ser indicado:
    Determinação e prevenção das doenças ligadas ao cromossomo X, como a hemofilia, a distrofia muscular de Duchenne e o retardo mental ligado ao cromossomo X (síndrome do x frágil);
    Determinação das aneuploidias (erro no número de cromossomos) – que ocorrem frequentemente quando a mãe tem idade avançada, pois o processo de divisão celular é menos eficiente. Entre os problemas mais conhecidos, associados às aneuploidias, está a Síndrome de Down (mongolismo);
    Doenças gênicas também podem ser prevenidas com a biópsia de embriões, como a fibrose cística (alteração no cromossomo 7);
    A doença de Tay-Sachs (predominante em famílias judias), a anemia falciforme e outras centenas de patologias;
    Mulheres com idade superior a 35 anos, grupo em que se verifica um número proporcionalmente maior de óvulos anormais;
    Casais em que a idade da mulher seja superior a 37 anos, e não conseguem a gravidez, depois de dois ciclos de fertilização in vitro.
    Mulheres e homens com anomalias cromossômicas estruturais;
    Histórico de abortos de repetição;
    Gestação anterior com alguma anormalidade cromossômica;
    Homens com sêmen severamente alterado;
    Portadores de doenças recessivas ou dominantes autossômicas ligadas ao sexo;
    Tentativas fracassadas de procedimentos de Fertilização in vitro;
    Mulheres e homens portadores de doença geneticamente ligada ao cromossomo X, Y, respectivamente;
    Doenças hereditárias como fibrose cística, hemofilia, etc.;
    O seu uso tem sido também estudado para redução do risco de transmissão de mutação em genes de predisposição, como nas síndromes de câncer hereditário e, para tipagem HLA e diagnóstico genético em doenças hematológicas.
    Anormalidades cromossômicas, numéricas ou estruturais.
    A presença de uma reorganização cromossômica (translocações Robertsonianas, translocações e inversões recíprocas) em um membro do casal pode levar a dificuldades em engravidar, abortos espontâneos e malformações congênitas. A utilização de PGD nestes casais é extremamente útil.
    Também é indicado em casos de anormalidades cromossômicas numéricas, puros ou em mosaico.
    Tanto no caso de doenças monogênicas e as associadas com a reorganização cromossômico, é necessário levar a cabo um estudo informatividade genética antes do ciclo de PGD para confirmar que o diagnóstico é de confiança e para ajustar a técnica para cada caso individual.
    Sabe-se que certas mutações de algum gene predispor a certas doenças que podem aparecer em diferentes estágios de vida, tais como neurofibromatose, polipose adenomatosa familiar ou câncer de mama genética (BRCA1, BRCA2).


    Lista das principais doenças que podem ser diagnósticas através do PGD associados a PCR–R, FISH e CGH–array:
    Anemia de Fanconi
    Acidúria glutárica tipo
    Acondroplasia
    Alfa-1-antitripsina
    Adrenoleucodistrofia
    Ataxia espinocerebelar 1, 2 e 3
    Atrofia muscular espinhal
    Anemia falciforme
    Charcot-Marie-Tooth
    Distúrbio congênito da glicosilação tipo 1a
    Distrofia miotônica
    Doença de Huntington
    Doença de Menkes
    Displasia Spondylometaphyseal (Schmidt)
    Doença de Tay-Sachs
    Duchenne e distrofia muscular de Becker
    Distonia 1, Torção
    Distrofia fascioescapulumeral
    Disautonomia familiar
    Esclerose lateral amiotrófica
    Esclerose tuberosa
    Espinhal e bulbar atrofia muscular
    Exostose múltipla
    Emery-Dreifuss Distrofia Muscular
    Fibrose cística
    Hipoglicemia Hiperinsulinêmica
    Hemofilia A e B
    Incontinência pigmentar
    Leucodistrofia metacromática
    Linfo hemofagocítica
    Neoplasia endócrina múltipla (MEN2)
    Neurofibromatose tipo I e II
    Norrie síndrome
    Osteogênese imperfeita (ossos frágeis)
    Polipose adenomatosa familiar
    Polineuropatia Amiloidótica Familiar
    Paralisia periódica hipocaliémico
    Paraplegia espástica 4
    Rim policístico, autossômico dominante
    Rim policístico, autossômico recessivo
    Smith-Lemli-Opitz
    Síndrome Crouzon
    Síndrome de Alport
    Síndrome de Pompe
    Síndrome de Lynch
    Síndrome de Marfan
    Síndrome Holt-Oram
    Sindrome de Hunter (Mucopolissacaridose tipo II )
    Surdez neurossensorial Não-sindrômica
    Talassemia alfa
    Talassemia beta
    Treacher Collins
    Von Hippel-Lindau
    X frágil
  • FIV - FERTILIZAÇÃO IN VITRO A fertilização in vitro é também conhecida pela sigla FIV ou, mais popularmente, “bebê de proveta”. Realizada com sucesso pela primeira vez em 1978, já colaborou para o nascimento de mais de 3 milhões de bebês no mundo todo. Consiste na fecundação (encontro do espermatozóide com o óvulo) em laboratório, daí a origem da denominação “in vitro“.

    Realizada com sucesso pela primeira vez em 1978, na Inglaterra, a fertilização in vitro vem sendo realizada por clínicas de reprodução humana e hospitais do mundo todo desde então. Estima-se que nos últimos 30 anos mais de 3 milhões de crianças tenham nascido com apoio desta técnica. O tratamento é composto de várias etapas: Inicialmente, a mulher faz uso de hormônios, denominados “gonadotrofinas”. Estas medicações visam o crescimento e o amadurecimento de uma quantidade maior óvulos do que a obtida em um ciclo natural. No ciclo espontâneo, a mulher libera habitualmente somente 1 óvulo. Esta fase do tratamento dura, em média, 7 a 14 dias.

    A fecundação é realizada por embriologistas em laboratório, no mesmo dia da coleta dos gametas (óvulos e espermatozóides). Justamente pelo fato do encontro do espermatozóide com o óvulo ocorrer fora do corpo humano, a técnica foi chamada de “in vitro“.

    Nos dias subsequentes, segue-se a avaliação do desenvolvimento embrionário. Dois a 5 dias após a fertilização, é feita a colocação do embrião (ou dos embriões) no útero da mulher, etapa denominada de Transferência Embrionária. O número de embriões colocados é variável de caso para caso. Usualmente são colocados de 1 a 4 embriões. Nos casos em que são colocados mais de 1, verifica-se aumento na chance de engravidar, elevando-se também a possibilidade de gestação gemelar.

    Veja as etapas do processo

    O teste de gravidez (dosagem sanguínea do hormônio beta-hCG) é feito 11 a 14 dias após a transferência. As chances de um casal engravidar dependem de vários fatores. Dentre estes, destacam-se a idade da mulher, a qualidade dos embriões obtidos, a causa da infertilidade, etc.

    Pesquisas que acompanharam o desenvolvimento de crianças nascidas por fertilização in-vitro verificaram um risco de ocorrência de alterações (malformações) similar ao da população em geral (1 a 3%).

    Fertilização in vitro
    https://youtu.be/LRLAen3wWtE

    Fecundação Convencional
    https://youtu.be/J0ge358jKjc

    Transferência Embrionária
    https://youtu.be/9J8MVGD0q2k
  • IIU - INSEMINAÇÃO INTRA-UTERINA Também denominada de “inseminação artificial”. Consiste na deposição do sêmen diretamente no interior do útero da mulher. Diferentemente da fertilização in vitro, na inseminação a fecundação óvulo pelo espermatozóide ocorre de forma natural na região trompa, ou seja, “in vivo”.

    Em um ciclo natural (espontâneo) ou em um ciclo estimulado por medicamentos (indução da ovulação). Nos ciclos induzidos, procura-se estimular o ovário a liberar um número maior de óvulos (preferencialmente de 2 a 4) e, com isso, aumentar as chances de engravidar.

    Assim como ocorre na técnica de fertilização in vitro, no ciclo de inseminação intra-uterina são realizadas ultrasonografias seriadas. Desta forma, é possível determinar o momento mais indicado para a deposição do sêmen na cavidade do útero.

    O preparo do sêmen é feito em laboratório. Existem várias técnicas de processamento que permitem selecionar e utilizar somente os melhores espermatozóides, retirando os menos aptos à fertilização, as células indesejadas, entre outros.

    O procedimento de inseminação é simples e indolor, não havendo, portanto, a necessidade de anestesia. Com um fino catéter, o médico ultrapassa o canal cervical (canal por onde escoa o fluxo menstrual) e coloca os melhores espermatozóides diretamente dentro do útero. A fecundação, caso ocorra, darse-á no organismo da mulher, mais especificamente em uma das trompas uterinas, portanto, “in vivo” e não “in vitro”.

    As taxas de gravidez são variáveis e dependem de múltiplos fatores. A chance de engravidar descrita na literatura fica em torno de 20% por tentativa.
  • IVM - MATURAÇÃO IN VITRO DE ÓVULOS A técnica denominada de Maturação in vitro de oócitos ou “IVM” (sigla inglesa para in vitro maturation) consiste na captação de óvulos imaturos e seu subseqüente amadurecimento em laboratório. Após imersão em meios de cultura especiais, estes atingem o estágio de metáfase II (MII), sendo então fertilizados e transferidos os pré-embriões para o útero da paciente. As vantagens da técnica IVM são várias. Os casos mais beneficiados são os de mulheres portadoras de ovários policísticos, pois não necessitam serem submetidas à estimulação ovariana para a fertilização in vitro clássica, evitando assim os riscos de uma resposta ovariana exagerada, quadro denominado de “Síndrome da Hiperestímulação Ovariana”, complicação que ocorre em aproximadamente 5% dos casos e pode ser grave, podendo levar até a uma hospitalização.

    O método também pode ser aplicado em mulheres que apresentam vários pequenos folículos na ultra-sonografia, mas não têm a síndrome. Dentre as vantagens da IVM, merece ênfase o menor custo, quarenta a 50% menor, uma vez que não há necessidade do uso de gonadotrofinas (hormônios usados para a estimulação dos ovários). Outra vantagem é que o acompanhamento é bem mais simples, usualmente sendo requisitado o comparecimento da paciente às clínicas de fertilização em um menor número de vezes, o que favorece o atendimento dos casais de cidades e estados que não contam com serviços especializados. Na realidade, o conceito da técnica já existe há várias décadas. Mas, só recentemente, com o desenvolvimento de equipamento de ultrassonografia de alta resolução, agulhas apropriadas e, principalmente, meios de cultura específicos para este fim, é que foram obtidas taxas de gestação mais animadoras.

    O Centro de Reprodução Nilo Frantz vem se dedicando à implementação da IVM desde 2005. Entretanto, foi em 2007 que a primeira gestação com IVM ocorreu, culminando em agosto de 2008 com o nascimento do primeiro bebê pela técnica no Brasil. A este já se somam outros nascimentos com o auxílio do Centro de Reprodução Humana Nilo Frantz. Embora para o casal, o tratamento seja mais simples, exige da instituição profissionais altamente especializados e grande investimento em tecnologia. Para se ter uma idéia de quanto a implementação da metodologia é complexa, o primeiro nascimento com essa mesma técnica na Inglaterra ocorrera somente um ano antes, em 2007.
  • Screening Genético Pré-implantacional - PGS O que é?

    O Sreening Genético Pré-implantacional permite identificar embriões cromossomicamente normais entre todos aqueles obtidos por Reprodução Assistida.

    A Hibridização Genôminca Comparativa por Análise de Microarrays, possibilita analisar todos os 24 tipos de cromossomos. Anomalias cromossômicas são detectadas antes da transferência embrionária, permitindo decisões com mais informações.

    O PGS com o uso de CGH-array possui uma alta taxa de precisão, com um sucesso gestacional notável e o nascimento de bebês saudáveis.



    Indicações

    IDADE MATERNA AVANÇADA: O risco de anomalias cromossômicas em embriões aumenta com a idade materna. A Síndrome de Down é um exemplo de uma condição causada por uma anomalia cromossômica. Outras anomalias causam fertilidade reduzida.

    ABORTO RECORRENTE: Aproximadamente 50% dos abortos são ocasionados por anomalias cromossômicas. Em abortos recorrentes, 68% dos embriões são cromossomicamente anormais. Embriões que são cromossomicamente normais são mais propensos a se desenvolver com sucesso.

    ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS: Apenas algumas anomalias cromossômicas são compatíveis com a vida, mas esses bebês podes nascer com defeitos congênitos e comprometimento cognitivo. O PGS também pode detectar essas anomalias.

    FALHA DE IMPLANTAÇÃO: Alguma anomalias cromossômicas impedem a capacidade embrionária de implantar no útero. Embriões que são cromossomicamente normais possuem as melhores chances de implantação com sucesso.

    FATOR MASCULINO DE INFERTILDADE: (incluindo quantidade anormal e qualidade espermática) Podem aumentar o risco de anomalias cromossômicas no embrião. O PGS pode ser utilizado para a identificação de embriões cromossomicamente normais.



    Fonte: Laboratório Igenomix.

Depoimentos.

  • Agradeço muito ao Dr. Nilo e toda sua equipe pelo carinho, pela qualidade do atendimento e principalmente pelo resultado, meus maiores presentes, minhas duas filhas. Foram muitos anos e tentativas frustradas até que tive a sorte de conhecer a Clínica Nilo Frantz. Muito obrigada por tudo!
  • Agradeço demais a toda Equipe do Dr. Nilo... desde que iniciamos o tratamento fomos muito bem recebidos e atendidos com muito carinho. Obrigada por tudo e sempre irei recomendar a clínica de vocês. Grande Abraço.
  • Nada do que eu disser ou fazer vai demostrar o tamanho da gratidão que tenho por cada um que me apoiou nessa equipe que é espetacular.
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